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O QUE CONTRIBUI PARA A FELICIDADE DOS ADOLESCENTES

Posted in Sem categoria on 7 de dezembro de 2013 by editor master

A Universidade de Essex acabou de publicar um trabalho de investigação sobre a felicidade dos adolescentes da classe média em Inglaterra. Os resultados da investigação, baseados em inquéritos realizados a 5000 crianças de ambos os sexos, com idades compreendidas entre os 10 e os 15 anos, e vivendo com familiares com um rendimento mensal estimado em 1500€, concluem que os três fatores determinantes para o bem-estar dos adolescentes são: a estabilidade da vida familiar, a estabilidade na escola e a existência de um grupo de amigos de proximidade com quem possam conviver frequentemente.
Embora num período de crise económica o acesso a bens materiais possa influenciar o bem-estar dos adolescentes, o fator mais importante na sua perceção do estatuto social dos pais reside na quantidade e na variedade de comida que é posta na mesa. No campo da nutrição, o estudo conclui que as crianças que comem todos os dias legumes e frutas têm tendência para serem mais ativos e alegres do que as que recorrem ao fast food, o que pode estar relacionado com fatores de desigualdade económica e cultural.
Numa secção dedicada à internet, o estudo conclui que o acesso à mesa é muito importante, seja para estudar seja para jogar. No entanto, o uso intensivo da internet superior a uma hora por dia, pode ser sinal de infelicidade e de isolamento do adolescente, impedindo-o de participar em atividades sociais e lúdicas com outros jovens da sua idade.
Das atividades sociais mais apreciadas constam, nos primeiros lugares, o lanche em grupo, o estudo em grupo, os passeios de bicicleta e as idas à piscina. Em casa, os adolescentes mais satisfeitos são os que têm um quarto só para si e equipamento audiovisual.
Entre os 10 e os 12 anos, as raparigas são mais felizes do que os rapazes. Em contrapartida, entre os 12 e os 15 anos, são elas as mais infelizes. As razões aduzidas prendem-se com o facto de, nestas idades, as raparigas serem mais controladas pelos pais e começarem a preocupar-se demasiado com o seu aspeto e com a opinião dos outros.

Rossana Appolloni

Felicidade adolescente numa tarde da primavera

Posted in Sem categoria on 7 de dezembro de 2013 by editor master

[rascunho]

Felicidades de uma adolescente numa tarde de primavera. O tempo voa, mas às vezes tudo parece andar devagar.
Uma familia preparando seus enfeites de Natal, o tempo aberto, nem muito quente nem muito frio. Nda de chuva, parq e a roupa possa secar.
O tempo e o vento, os minutos da vida passando como gotas de uma torneira semi-aberta.
O tempo voa, mas às vezes o tempo também quase pára
Felicidade aos seres viventes

 

Demócrito

Posted in Sem categoria on 7 de dezembro de 2013 by editor master

Demócrito  viveu entre os anos de 460 a 360 a.C. São conhecidos apenas cerca de 200 escritos do filósofo. Suas obras demonstram interesse  em história, linguística meteorologia, astronomia, entre outros assuntos. Os únicos temas aos quais se absteve foram: política e religião. Para conseguir dar a devida profundidade ao que estudava, esteve diversas vezes no Egito, na Pérsia, na Etiópia e na Índia. Quando em Atenas, não foi notado, porém sua obra foi citada por filósofos da alcunha de Aristóteles.Uma das questões levantadas por Demócrito era se a alma seria também feita de átomos. A resposta que obteve foi que “princípios de todas as coisas são os átomos e o vazio”. Ele acredita que o átomo é o elemento que dá base a uma infinidade de especulações complexas, sendo que sua existência pressupõe a manifestação do vazio, onde os átomos se movimentam.

De acordo com Demócrito, “os homens acreditam que o branco e o preto, o doce e o amargo, e todas as outras qualidades do gênero, são algo de real, quando na verdade só o que existe é o ente e o nada”. Assim, explica a relação entre os átomos e o vazio. Sua teoria implica que existem diferenças de quantidade entre os átomos e as diversas combinações entre eles são as respostas para a qualidade das coisas.

O filósofo ainda fala sobre a linguagem e sua criação pelos homens. É pioneiro a falar sobre convencionalismo linguístico. Segundo ele, os homens da geração primitiva “pronunciavam palavras desarticuladas e desprovidas de significado, aos poucos passaram a articular as palavras, estabelecendo entre si expressões convencionais para designar cada objeto”.

A questão fundamental também é citada. A vida teria surgido do vórtice atômico, ou seja, os átomos se concentram em corpos sólidos e se compactam. Este fenômeno é mecânico e refere-se a força centrípeta desenvolvida pelo movimento de um grande vórtice que gera o nascimento da vida.

Em suas palavras: “Por essa razão, o Sol e a multidão de astros foram apanhados no vórtice geral; a parte lamacenta e turva, com mescla de elementos úmidos, depositou-se inteiramente em um lugar graças a seu peso e, girando e volvendo-se continuamente sobre si mesma, com o elemento líquido formou o mar”.

Entre suas obras, destacam-se:

  • Pequena ordem do mundo
  • Da forma
  • Do entendimento
  • Do bom ânimo
  • Pitágoras
  • Preceitos

Fontes:
Nicola, Ubaldo. Antologia Ilustrada de Filosofia: Das origens à idade moderna. São Paulo: Editora Globo, 2005.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Democrito

http://www.mundodosfilosofos.com.br/democrito2.htm

http://educacao.uol.com.br/biografias/democrito.jhtm

Deveres do síndico:

Posted in Sem categoria on 7 de dezembro de 2013 by editor master

Art. 1.348. Compete ao síndico:

I – convocar a assembleia dos condôminos;

II – representar, ativa e passivamente, o condomínio, praticando, em juízo ou fora dele, os atos necessários à defesa dos interesses comuns;

III – dar imediato conhecimento à assembleia da existência de procedimento judicial ou administrativo, de interesse do condomínio;

IV – cumprir e fazer cumprir a convenção, o regimento interno e as determinações da assembleia;

V – diligenciar a conservação e a guarda das partes comuns e zelar pela prestação dos serviços que interessem aos possuidores;

VI – elaborar o orçamento da receita e da despesa relativa a cada ano;

VII – cobrar dos condôminos as suas contribuições, bem como impor e cobrar as multas devidas;

VIII – prestar contas à assembleia, anualmente e quando exigidas;

IX – realizar o seguro da edificação.

§ 1o Poderá a assembleia investir outra pessoa, em lugar do síndico, em poderes de representação.

§ 2o O síndico pode transferir a outrem, total ou parcialmente, os poderes de representação ou as funções administrativas, mediante aprovação da assembleia, salvo disposição em contrário da convenção.

Aos condôminos, cabe sempre respeitar o que está determinado na convençao e regimento interno do condomínio.

Sobre seus direitos, são apenas os direitos sobre a sua propriedade, e poderá utiliza-la da forma que achar conveniente, desde que, respeitando os vizinhos e regimento interno e convenção do condomínio.

Sobre os orçamentos, quanto maior for a quantidade de orçamentos apresentados, mais transparência nas negociações, evitando assim, que o condomínio seja onerado com orçamentos super faturados e comissões, que infelizmente alguns síndicos ainda recebem.

Sobre o registro do síndico, o mesmo é eleito em assembleia como mandatário do condomínio e tal fato é ilegal, pois o síndico não pode ser funcioário do prédio também,

Sobre o pagamento de R$ 1.000,00, o mesmo só poderá receber o valor se a sua convenção assim determinar, pois a isenção pode ser aprovada pela assembleia, agora, o pagamento das duas juntas, ou seja, isenção e remuneração salário, só podem ser pagas se a sua convenção determinar, caso contrário, somento a isençao é legal.

O uso das procurações é legal, se o mesmo as detem.

para mudar o cenario da utilização de procuração vcs devem alterar a convenção com 2/3 de quorum, para proibir a utilização em eleição de síndicos e conselheiros.

Abraços – Kleber – SP

Saiba como agir diante de síndicos excessivamente autoritários

Posted in Sem categoria on 7 de dezembro de 2013 by editor master

GIOVANNY GEROLLA
Colaboração para o UOL

30/01/201108h00

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Quem mora em condomínio sabe que um desentendimento entre vizinhos não é algo muito difícil de acontecer, principalmente se o tema for barulho, garagem, animais ou vazamentos. No entanto, a questão pode ficar ainda mais complicada quando um dos envolvidos no conflito é justamente aquele eleito pelos moradores para administrar o edifício: o síndico.

O pianista Arthur Ceratti, 38, morador há sete anos de um edifício em São Paulo, acaba de abrir um processo por danos morais contra a síndica. Segundo o músico, ela gritou e esmurrou a porta de sua residência, numa tentativa de obrigá-lo a atender às suas reclamações sobre a música executada em um domingo, por volta das 18h30. O caso, testemunhado por uma vizinha através do olho mágico, é exemplar de inúmeros conflitos entre síndicos – que por vezes abusam de sua limitada autoridade – e condôminos – às vezes alheios de seus direitos e deveres.

“A função do síndico é fazer cumprir as determinações da convenção do condomínio, que é um regulamento interno”, afirma o diretor de condomínios do Secovi-SP (sindicato da habitação), Sergio Meira de Castro Neto. “Ele também faz a divulgação de regras e fatos relevantes a todos os condôminos, com cópia de atas de assembleias, ou até mesmo um kit ‘boas-vindas’ aos novos moradores, que inclui a convenção.”

Para Sergio Meira, um candidato a síndico precisa ter autocontrole e muito jogo de cintura: “Quem extrapola, grita e esmurra portas, acaba perdendo a razão – se é que tinha uma. O condomínio, por outro lado, é uma habitação coletiva, e é preciso ter bom senso quanto a certos aspectos; saber que o direito de um vai até onde começa o do próximo”.

O regulamento interno de um edifício não pode contrariar leis maiores, como a Constituição Federal e o Código Civil, que tratam, respectivamente, sobre direitos e deveres individuais e condomínios. Já o conceito sobre bom senso é, no geral, entendido de forma muito pessoal e subjetiva, e as interpretações podem abrir espaço para abusos de poder.

No caso de Ceratti, que afirma só tocar piano em horários permitidos pela convenção, não há reclamações oficiais, por escrito, de outros moradores. Além de ter agido, segundo o pianista, de forma agressiva e tentado impor ao músico aleatoriamente os horários da semana em que ele não poderia usar o instrumento, a síndica não informa qual a origem da queixa, para que ele mesmo tente negociar horários com o vizinho reclamante.

Consultada pela reportagem do UOL, a síndica do prédio onde mora o pianista preferiu não se pronunciar, seguindo conselho de seus advogados de defesa.

  • Keiny Andrade/UOLO pianista Arthur Ceratti, 38, que abriu um processo por danos morais contra a síndica do prédio onde vive há sete anos, em São Paulo (28/01/2011)

Menos persistente que Ceratti, o ator Ernani Sanchez, 31, decidiu abrir mão de parte de sua privacidade dentro casa, em São Paulo, para evitar brigas com uma síndica, que segundo ele, é muito sensível a ruídos e à presença de visitantes no prédio, além de bastante autoritária.

“Eu já ouvia comentários sobre os mandos dela antes mesmo de entrar no apartamento. No começo, independente da hora, qualquer visita que eu recebia era motivo de reclamações. Ela controla tudo o que acontece no edifício e todos que entram e saem dele. Também tentei algumas vezes ensaiar teclado e guitarra em casa, mas desisti, porque ela se queixou do barulho. Hoje, ando em casa pisando em ovos, quase nunca convido amigos para me visitar, e até mesmo quando estou a sós com minha namorada, a síndica interfona”, afirma Sanchez.

Segundo o advogado João Paulo Rossi Paschoal, um síndico não age repressivamente contra um morador por vontade própria. Ele tem de receber reclamações de mais de um condômino, uma vez que “se trata de uma comunidade; o síndico não resolve litígios subjetivos, que envolvam problemas circunscritos a dois condôminos, um contra o outro. Ele só poderá mediar esta negociação”. Da mesma forma, o síndico não poderá usar de seu limitado poder de representação para solucionar, em seu favor, contendas pessoais com certos moradores.

O que fazer?

Frente a síndicos autoritários, muitas vezes, a maior dúvida é como resolver os mal-estares. Paschoal indica que, em casos mais graves de abuso de poder, o conselho de condôminos pode ser notificado, por escrito, com um texto que relate os fatos ocorridos, sem fazer juízo de valor sobre a pessoa do síndico.

“Um quarto dos condôminos de um prédio [mínimo necessário] poderá então se reunir em assembleia extraordinária para discutir o comportamento duvidoso do síndico. Este, por sua vez, terá de deixar o cargo se a maioria absoluta dos presentes [50% mais um] em assembleia votar pela substituição.”

Mas, se for impossível resolver o problema em assembleias –porque o número de inquilinos sem poder de voto é muito grande, ou porque os proprietários não se interessam pelas reuniões–, e o condômino continuar se sentindo moralmente lesado pelo síndico, a única saída será recorrer à Justiça.

Abuso de poder

Para o professor Odair Furtado, do Programa de Estudos Pós-Graduados em Psicologia Social da PUC-SP, o candidato a síndico deve ser uma pessoa cordata, mediadora de conflitos por negociação, e que relativiza problemas de convivência. Deve ter experiência administrativa e saber que está a serviço do prédio, e não no comando ou domínio da comunidade. “O síndico não está separado da realidade, e exerce seu pequeno poder a partir da força que lhe é atribuída pelos demais moradores”, afirma.

Odair atribui a forma de exercício desmesurado do pequeno poder à vocação autoritária presente em nossas elites, vocação estudada por autores como Sérgio Buarque de Holanda e o historiador Raymundo Faoro. “O síndico, no geral, não é membro dessa elite, mas reproduz no seu microuniverso o comportamento autoritário. Definir o uso do elevador e da área comum do prédio de forma discriminatória ou cuidar da ordem e dos bons costumes vira uma luta pessoal, que ele considera inerente à função exercida.”

Guia sobre direitos e deveres dos condôminos

Posted in Sem categoria on 7 de dezembro de 2013 by editor master

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O que diz o Código Civil

Guia sobre direitos e deveres dos condôminios

O primeiro passo para uma convivência pacífica e justa no condomínio é saber o que a lei dispõe sobre este assunto. Confira abaixo o que o novo Código Civil estabelece para moradores proprietários

Direitos

  • Dispor da sua unidade e das áreas comuns, sem infringir as normas do Regulamento Interno, da Convenção e da legislação vigente. Artigo 1335
  • Desde que esteja quite com as despesas condominiais, votar em assembleias, participar de suas deliberações, candidatar-se a cargos administrativos e a eles ser eleito. O voto tem peso proporcional à fração ideal da unidade, salvo disposição diversa da Convenção. Artigos 1335 e 1352
  • Participar da decisão do que é feito com o dinheiro comum, em assembleia. A previsão orçamentária anual deve ser aprovada em assembleia ordinária, e alterações (aumentos de condomínio) devem ser submetidas a assembleia extraordinária. A prestação de contas do ano anterior também é obrigatória. E obras devem ser pré-aprovadas pela assembleia, com o quórum previsto no novo Código Civil. Artigos 1341 e 1350
  • 1/4 (um quarto) dos condôminos, juntos, podem convocar uma assembleia, sem intermédio do síndico. Artigo 1355
  • A maioria absoluta (metade mais um) dos condôminos pode destituir o síndico, em assembleia especificamente convocada. Artigo 1349
  • Votar sobre alterações nas áreas comuns do condomínio, na Convenção e no Regimento Interno. Artigos 1341, 1342, 1343 e 1351
  • Pagar as despesas de condomínio na proporção de sua fração ideal, e apenas no que diz respeito aos gastos de que desfrute. Por exemplo: um condômino que não tem vaga na garagem não paga pela manutenção do portão da mesma. Artigos 1335 e 1340
  • Alugar sua vaga na garagem, de acordo com o critério previsto no Código Civil: têm preferência os proprietários, em seguida os inquilinos, e finalmente pessoas estranhas ao condomínio. Artigo 1338
  • Vender a vaga de garagem a outro condômino. A comercialização só pode ser feita com não-condôminos se assim o permitir a Convenção do condomínio. Artigo 1339

 

Deveres

  • Contribuir em dia para as despesas do condomínio, na proporção de sua fração ideal. Artigo 1335
  • Respeitar as disposições do Regulamento Interno, da Convenção e da legislação vigente. Artigo 1333
  • Não realizar obras em sua unidade que comprometam a segurança da edificação ou alterem sua fachada. Artigo 1336
  • Pagar as multas e os juros previstos no Código Civil, na Convenção e no Regulamento Interno, no que diz respeito a atrasos no pagamento de despesas, e a infração de normas de convivência. Artigos 1334, 1336 e 1337

 

Saiba mais

Funções e deveres do síndico – art. 1.348

Posted in Sem categoria on 7 de dezembro de 2013 by editor master

 

Código Civil – Condomínios

 Art. 1.348. Compete ao síndico:

I – convocar a assembleia dos condôminos;

II – representar, ativa e passivamente, o condomínio, praticando, em juízo ou fora dele, os atos necessários à defesa dos interesses comuns;

III – dar imediato conhecimento à assembleia da existência de procedimento judicial ou administrativo, de interesse do condomínio;

IV – cumprir e fazer cumprir a convenção, o regimento interno e as determinações da assembleia;

V – diligenciar a conservação e a guarda das partes comuns e zelar pela prestação dos serviços que interessem aos possuidores;

VI – elaborar o orçamento da receita e da despesa relativa a cada ano;

VII – cobrar dos condôminos as suas contribuições, bem como impor e cobrar as multas devidas;

VIII – prestar contas à assembleia, anualmente e quando exigidas;

IX – realizar o seguro da edificação.

§ 1o Poderá a assembleia investir outra pessoa, em lugar do síndico, em poderes de representação.

§ 2o O síndico pode transferir a outrem, total ou parcialmente, os poderes de representação ou as funções administrativas, mediante aprovação da assembleia, salvo disposição em contrário da convenção.

Protegido: Saude JP

Posted in Sem categoria on 7 de dezembro de 2013 by editor master

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Indeterminismo

Posted in Sem categoria on 6 de dezembro de 2013 by editor master

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Indeterminismo se refere a uma concepção filosófica segundo a qual alguns acontecimentos têm causas não-lineares: limitam-se a acontecer e nada há no estado prévio do mundo que os explique. Corresponde assim, em stricto sensu à uma quebra da causalidade. Segundo algumas interpretações da mecânica quântica, entre elas a mais aceita, a interpretação de Compenhaga, vários dos acontecimentos quânticos teriam esta propriedade.

Na mecânica quântica de Werner Heisenberg, da impossibilidade de medir de forma precisa a trajetória de uma partícula subatômica (por não se poder determinar com a mesma precisão sua velocidade e sua posição), deriva-se o “princípio da incerteza” ou “desigualdade de Heisenberg”. Este princípio levou ao questionamento das noções de espaço e movimento na física clássica1 , introduzindo o conceito de aleatoriedade intrínseca ao comportamento das partículas elementares, e estabelecendo que o comportamento estatístico é intrínseco ao universo. A mecânica quântica se abstém, contudo, de definir se o universo é intrinsecamente indeterminístico ou determinístico, o que leva às diversas interpretações da mesma, muitas das quais transcendendo os limites científicos, algo contudo não observado na teoria em si. Uma noção básica a ser entendida é que a afirmação de que certo efeito não possui causa pode ser logicamente derivada do desconhecimento das verdadeiras causas.

Notas históricas

Leucipo, um filósofo de Mileto, no século V aC já tinha a teoria de que os átomos moviam-se de forma aleatória, ao acaso. Esta tese está localizado em um fragmento da coleção de Hermann Diels, publicado pela primeira vez em “Doxographi Graeci” no 1879 (289) e mais tarde (com Walter Kranz) em “Die Fragmente der Vorsokratiker” do 1903 (67 A 24. Ele lê, no original grego e traduzido para o Português:

Ό τυίνυν κόσμος συνέστη περικεκλασμένωι σχήματι έσχηματισμένος τόν τρόπον
τοϋτον· τών άτόμων :σωμάτων άπρονόητον καί τυχαίαν εχόντων τήν κίνησιν συνεχώς.2

Tradução:

O cosmos foi formado desta forma, gerando assim uma forma esférica
devida ao movimento aleatório e imprevisível dos átomos.

A indeterminação dos átomos também foi retomado mais tarde (século IV aC) por Epicuro. Ele teorizou que o movimento dos átomos acontecer a cair acaso, de um desvio em relação à vertical, ou seja, em um ângulo de movimento que ele chamou de “parenklisis”. A palavra foi traduzida por Lucrécio em seu De Rerum Natura com a palavra latina clinâmen.3

Indeterminismo em fisica

O indeterminismo em física é associado à estruturas e processos (sequências de fenômenos) que não são determinados por causas lineares, mas não-lineares, que negam todo recurso a mecanismos antecedentes. Uma estrutura com aleatoriedade objetiva, indeterminista, é impossível de descrever completamente, portanto, sobre ela não podemos construir modelos físicos determinados.

Um processo com tal aleatoriedade objetiva tem comportamento impossível de ser previsto e controlado, e se o repetirmos experimentalmente a partir de seus estados iniciais e causas idênticas produzirá efeitos diferentes que são determinados de um modo totalmente ao azar (aqui, podemos usá-lo como um sinônimo de acaso). Hoje, sabemos que a Natureza não é, ao menos antropicamente, totalmente determinada. Nos fenômenos microscópicos do mundo subatômico, a situação é particular e específica, e aí imperam estados de comportamento que aos olhos do senso comum clássico seriam classificados como bizarros e que regem-se pelo acaso. São fenómenos aleatórios objetivos, como o pulo de um eléctron de um nível energético a outro, sem passar por estados definidos intermediários e sem existir nenhuma causa determinando o instante do regresso ao menor nível de energia. A essência do debate faz-se em torno da natureza por trás dos estados coerentes emaranhados.

Exemplos de fenômenos com tal aleatoriedade são o decaimento radioativo de um átomo, a emissão de um fóton por um elétron de um átomo excitado, a geração de um elétron e um pósitron conjuntamente a partir de um fóton de alta energia (partícula gama), no que é chamado de produção de par, a produção de partículas a partir da instabilidade do vácuo e diversos outros fenômenos tratados na mecânica quântica. Não existe modo algum de se prever o momento exato no tempo e até a direção em se dará a ocorrência de tais fenômenos.

Há de se fazer contudo distinção entre imprevisibilidade e indeterminismo. A física quântica extingue a ideia de previsibilidade absoluta com certeza explícita – se é que ela figura na física clássica -, via princípio da incerteza, contudo mantém em aberto o determinismo ou o indeterminismo de tais processos, como os citados. A questão do determinismo figura como uma sentença condicional. Forneça todas as condições iniciais do universo com precisão absoluta, e a evolução do universo encontra-se completamente determinada com precisão absoluta, o que implica o determinismo estrito do universo, portanto. A mecânica quântica, em particular o princípio da incerteza, não implica a negação explícita da conclusão – ela não nega explicitamente o determinismo -, mas sim nega a incapacidade de se satisfazer a premissa, de se conhecer com precisão absoluta as condições iniciais – negando-se assim apenas a pronunciar-se sobre o assunto. Surge assim a possibilidade de a conclusão ainda ser válida mesmo não se podendo executar o teste acima, ou ainda, certamente, dessa também não sê-la, abrindo a possibilidade para as diversas interpretações.

A questão de ausência de causa nos fenômenos quânticos, segundo a interpretação de Copenhaga, é relacionada aos conceitos e consequências do Princípio da incerteza de Heisenberg, as implicações da violação das desigualdades do teorema de Bell e as implicações de causalidade no tempo relacionadas ao teorema de Noether.4

Algumas tentativas de se compatibilizar a mecânica quântica com o determinismo foram feitas, mas, em 1965, John Bell descobriu um teorema muito geral que praticamente destruiu as possibilidades de compatibilização da teoria com o determinismo estrito. A teoria, para manter-se coerente com os resultados experimentais, simplesmente mostra-se incompatível com a assunção prévia do determinismo do universo entre seus postulados de forma a fazê-la implicar um universo determinista. A partir da análise teórica de um experimento simples com duas partículas distantes, ele mostrou a possibilidade do indeterminismo quântico ser realmente uma propriedade intrínseca do universo (mas não definiu que o é).

A existência de indeterminismo significa que a causalidade é não-linear, ou seja, que as causas não estão conectadas, mas desconectadas. Uma série de causas irregulares ou complicadas nunca produz efeitos completamente definitivos (determinismo), mas indeterminados e imprevisíveis. A desconexão das causas pode ser indicada com a palavra azar.

Frente aos fatos, ocorre contudo algo muito interessante. Não se observam no mundo macroscópicos eventos descritos por estados coerentes emaranhados. Assim, de um lado temos os fenômenos naturais macroscópicos que são, em essência, compatíveis com o determinismo, esses atrelados e diretamente acompanhados de outros microscopicamente indeterminados. Esse é um dos pontos mais intrigantes das interpretações indeterministas. Sabe-se que a teoria quântica é uma teoria completa, sem contradições, podendo, em princípio, embora desnecessário, ser usada tanto para descrever o mundo microscópico como também o macroscópico. Ao estudá-la aprende-se que a teoria quântica deve reduzir-se às leis da mecânica clássica em limites macroscópicos; portanto não contradizendo nem invalidando a mecânica clássica, e nem a relatividade, mas sim encerrando em si a primeira (essas últimas por natureza certamente deterministas). Contudo, ao se tentar de antemão inserir explicitamente na mecânica quântica pressupostos básicos das teorias limítrofes, como o determinismo, ou mesmo a localidade atrelada à relatividade, essa desmorona por completo. Tal comportamento fundamenta o chamado paradoxo EPR. Um dos grandes problemas ainda não solucionados da física atual é a construção de uma teoria quântico relativística, ou seja, uma teoria quântica da gravidade.

Indeterminismo da complexidade

Dois cientistas que receberam o Prêmio Nobel, o químico Ylia Prigogine e o físico Murray Gell-Mann, têm estudado o indeterminismo da matéria molecular complexa.

Ver também

Referências

  1. Ir para cima ↑ H. Japassu, D. Marcondes, Dicionário Básico de Filosofia, ed. Zahar, Rio de Janeiro, 1996
  2. Ir para cima ↑ Diels-Kranz, Die :Fragmente von Vorsokratiker, frag.67.A.24
  3. Ir para cima ↑ Lucrécio, De Rerum Natura, II,, vv. 243-254.
  4. Ir para cima ↑ Osvaldo Pessoa Jr.; Conceitos e Interpretações da Mecânica Quântica: o Teorema de Bell; Depto. de Filosofia, FFLCH, Universidade de São Paulo.
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Epicuro

Posted in Sem categoria on 6 de dezembro de 2013 by editor master

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Epicuro
Filosofia antiga
Epikur.jpg
Nome completo Ἐπίκουρος
Escola/Tradição: Epicurismo
Data de nascimento: 341 a.C.
* Local: Samos
Data de falecimento 270 a.C. (71 anos)
* Local: Atenas
Principais interesses: Hedonismo, Atomismo
Trabalhos notáveis Fundador do Epicurismo
Influenciado por: Demócrito, Pirro
Influências: Hermarco, Lucrécio, Thomas Hobbes, Jeremy Bentham, John Stuart Mill, Thomas Jefferson, Friedrich Nietzsche, Karl Marx, Michel Onfray, Adriano, Metródoro de Lâmpsaco (o jovem), Filodemo, Amafinio, Cátio
Portal Filosofia

Epicuro de Samos (em grego antigo: Ἐπίκουρος, Epikouros, “aliado, camarada”; 341 a.C., Samos — 271 ou 270 a.C., Atenas) foi um filósofo grego do período helenístico. Seu pensamento foi muito difundido e numerosos centros epicuristas se desenvolveram na Jônia, no Egito e, a partir do século I, em Roma, onde Lucrécio foi seu maior divulgador.

Vida

Epicuro nasceu na Ilha de Samos, em 341 a.C., mas ainda muito jovem partiu para Téos, na costa da Ásia Menor. Quando criança estudou com o platonista Pânfilo por quatro anos e era considerado um dos melhores alunos. Certa vez, ao ouvir a frase de Hesíodo, todas as coisas vieram do caos, ele perguntou: e o caos veio de que? Retornou para a terra natal em 323 a.C.. Sofria de cálculo renal, o que contribuiu para que tivesse uma vida marcada pela dor.

Epicuro ouviu o filósofo acadêmico Pânfilo em Samos, que não lhe foi de muito agrado. Por isso foi mandado para Téos pelo seu pai. Com Nausífanes de Téos, discípulo de Demócrito de Abdera, Epicuro teria entrado em contato com a teoria atomista — da qual reformulou alguns pontos. Epicuro ensinou filosofia em Lâmpsaco, Mitilene e Cólofon até que em 306 a.C. fundou sua própria escola filosófica, chamada O Jardim, onde residia com alguns amigos, na cidade de Atenas. Lecionou em sua escola até a morte, em 270 a.C., cercado de amigos e discípulos e tendo sua vida marcada pelo ascetismo, serenidade e doçura.

Na Divina Comédia, de Dante Alighieri, Epicuro é colocado no Inferno como um Herege. Ele está na 6º Prisão, junto com seus seguidores, na cidade de Dite. A pena dos hereges é serem enterrados em túmulos ardentes e abertos, tendo os membros queimados pela areia quente.

Filosofia e obra

Epicuro

O propósito da filosofia para Epicuro era atingir a felicidade, estado caracterizado pela aponia, a ausência de dor (física) e ataraxia ou imperturbabilidade da alma. Ele buscou na natureza as balizas para o seu pensamento: o homem, a exemplo dos animais, busca afastar-se da dor e aproximar-se do prazer. Estas referências seriam as melhores maneiras de medir o que é bom ou ruim. Utilizou-se da teoria atômica de Demócrito para justificar a constituição de tudo o que há. Das estrelas à alma, tudo é formado de átomos, sendo, porém de diferentes naturezas. Dizia que os átomos são de qualidades finitas, de quantidades infinitas e sujeitos a infinitas combinações. A morte física seria o fim do corpo (e do indivíduo), que era entendido como somatório de carne e alma, pela desintegração completa dos átomos que o constituem. Desta forma, os átomos, eternos e indestrutíveis, estariam livres para constituir outros corpos. Essa teoria, exaustivamente trabalhada, tinha a finalidade de explicar todos os fenômenos naturais conhecidos ou ainda não e principalmente extirpar os maiores medos humanos: o medo da morte e o medo dos deuses. Naqueles tempos, Epicuro percebeu que as pessoas eram muito supersticiosas e haviam se afastado da verdadeira função das religiões e dos deuses. Os deuses, segundo ele, viviam em perfeita harmonia, desfrutando da bem-aventurança (felicidade) divina. Não seria preocupação divina atormentar o homem de qualquer forma. Os deuses deveriam ser tomados como foram em tempos remotos, modelos de bem-aventurança que servem como modelo para os homens e não seres instáveis, com paixões humanas, que devem ser temidos.

Desta forma procurou tranquilizar as pessoas quanto aos tormentos futuros ou após a morte. Não há por que temer os deuses nem em vida e nem após a vida. E além disso, depois de mortos, como não estaremos mais de posse de nossos sentidos, será impossível sentir alguma coisa. Então, não haveria nada a temer com a morte.

No entanto, a caminho da busca da felicidade, ainda estão as dores e os prazeres. Quanto às dores físicas, nem sempre seria possível evitá-las. Mas Epicuro faz questão de frisar que elas não são duradouras e podem ser suportadas com as lembranças de bons momentos que o indivíduo tenha vivido. Piores e mais difíceis de lidar são as dores que perturbam a alma. Essas podem continuar a doer mesmo muito tempo depois de terem sido despertadas pela primeira vez. Para essas, Epicuro recomenda a reflexão. As dores da alma estão frequentemente associadas às frustrações. Em geral, oriunda de um desejo não satisfeito.

Encontra-se aqui um dos pontos fundamentais para o entendimento dessa curiosa doutrina, que também foi tomada por seus seguidores e discípulos como um evangelho ou boa nova, o equacionamento entre dores e prazeres.

Das 300 obras escritas pelo filósofo, restaram apenas três cartas que versam sobre a natureza, sobre os meteoros e sobre a moral, e uma coleção de pensamentos, fragmentos de outras obras perdidas. Estas cartas, com os fragmentos, foram coligidos por Hermann Usener sob o título de Epicurea, em 1887, mas mais tarde descobriu ser de Leucipo para Hermann Diels1 . Por suas proposições filosóficas Epicuro é considerado um dos precursores do pensamento anarquista no período clássico.

A certeza

Segundo Epicuro, para atingir a certeza é necessário confiar naquilo que foi recebido passivamente na sensação pura e, por consequência, nas idéias gerais que se formam no espírito (como resultado dos dados sensíveis recebidos pela faculdade sensitiva).

O atomismo

Epicuro defendia ardorosamente a liberdade humana e a tranquilidade do espírito. O atomismo, acreditava o filósofo, poderia garantir ambas as coisas desde que modificado. A representação vulgar do mundo, com seus deuses, o medo dos quais fez com que se cometessem os piores atos, é obstáculo à serenidade. Todas as doutrinas filosóficas, salvo o atomismo, participam dessas superstições.

No sistema epicurista, os átomos se encontram fortuitamente, por uma leve inclinação em sua trajetória, que o faria chocar com outro átomo para constituir a matéria. Esta é a grande modificação em relação ao atomismo de Demócrito, onde o encontro dos átomos é necessário. A inclinação a que o átomo se desvia poderia ser por uma vontade, um desejo ou por afinidade com outro átomo. Precisamente este é o ponto fosco na teoria atômica de Epicuro. Provavelmente tenha explicado melhor em alguma de suas obras perdidas. Certo é que este encontro fortuito dos átomos que garante a liberdade (se assim não fosse, tudo estaria sob o jugo da Natureza) e garante a explicação dos fenômenos, sua elucidação, fazendo com que possam ser explicados racionalmente. Assim, ao compreender como opera a Natureza, o homem pode livrar-se do medo e das superstições que afligem o espírito.

O prazer

A doutrina de Epicuro entende que o sumo bem reside no prazer e, por isso, foi uma doutrina muitas vezes confundida com o hedonismo. O prazer de que fala Epicuro é o prazer do sábio, entendido como quietude da mente e o domínio sobre as emoções e, portanto, sobre si mesmo. É o prazer da justa-medida e não dos excessos. É a própria Natureza que nos informa que o prazer é um bem. Este prazer, no entanto, apenas satisfaz uma necessidade ou aquieta a dor. A Natureza conduz-nos a uma vida simples. O único prazer é o prazer do corpo e o que se chama de prazer do espírito é apenas lembrança dos prazeres do corpo. O mais alto prazer reside no que chamamos de saúde. Entre os prazeres, Epicuro elege a amizade. Por isso o convívio entre os estudiosos de sua doutrina era tão importante a ponto de viverem em uma comunidade, o “Jardim”. Ali, os amigos poderiam se dedicar à filosofia, cuja função principal é libertar o homem para uma vida melhor.2

O desejo

Classificação dos desejos segundo Epicuro
Desejos naturais Desejos frívolos
Necessários Simplesmente naturais Artificiais Irrealizáveis
Para a felicidade (eudaimonia) Para a tranquilidade do corpo (protecção) Para a vida (nutrição, sono) Variações de prazeres, busca do agradável Exemplo: riqueza, glória Exemplo: imortalidade

Traduções

Há, em português, tradução de uma das cartas de Epicuro, a sobre a felicidade (a Meneceu), feita por Álvaro Lorencini e Enzo Del Carratore, em edição bilíngüe.

  • EPICURO. Carta sobre a felicidade (a Meneceu). Trad. e apresent. de Álvaro Lorencini e Enzo Del Carratore. São Paulo: UNESP, 1997.
  • EPICURO. Obras. Estudio preliminar, traducción y notas de Montserrat Jufresa, 2a edición, Madrid: Editorial Tecnos, 1994.
  • FARRINGTON, Benjamin. A doutrina de Epicuro. Tradução de Edmond Jorge. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1968.
  • FERRATER MORA, J. Diccionario de Filosofía. Tomos I e II. Barcelona: Editorial Ariel, 1994.
  • GUAL, Carlos Garcia. Epicuro. Madrid: Alianza Editorial, 1996.
  • LUCRÉCIO, Tito. Da Natureza. Coleção Os Pensadores, volume V. São Paulo, Editora Abril, 1973.
  • RUSSELL, Bertrand. Obras filosóficas. Tradução de Breno Silveira. Vol I. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1969.
  • SPINELLI, Miguel. Os Caminhos de Epicuro. São Paulo: Loyola, 2009
  • ULLMANN, Reinholdo A. Epicuro o filósofo da alegria. Porto Alegre: EDIPUCRS, 1996.

Referências

  1. Ir para cima ↑ H.Diels- W.Kranz, Die Fragmente der Vorsokratiker, Berlin 1903.
  2. Ir para cima ↑ Documetário: Epicuro e a Felicidade

Ver também

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