Arquivo de julho, 2010

Estado deve garantir o exercício do direito à saúde

Posted in Sem categoria on 11 de julho de 2010 by editor master

Estado deve garantir o exercício do direito à saúde
Por Cláudio A. Pinho
Com o desenvolvimento da vacina para a gripe Influenza H1N1 o Ministério da Saúde implementou uma política de vacinação, que prevê a separação em grupos. Toda a divulgação sobre a matéria relata que só determinados grupos serão vacinado e que “caso ocorra alteração na situação epidemiológica no país e disponibilidade de vacina, outros grupos ainda poderão ser incluídos na campanha de vacinação”[1].
O direito à saúde vem expresso no artigo 196 da Constituição Federal onde fica consagrado que “a saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem a redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação”. Para analisarmos as políticas de saúde devemos extrair o conteúdo da expressão “dever do Estado” e entender o alcance da expressão que qualifica que esse direito deve ter acesso “universal e igualitário”.
Temos assistido na mídia algumas situações que nos levam a reflexões. Situações em que pais de crianças fora do grupo considerado como determinante para a imunização tem que lançar mão das clínicas privadas para garantir o direito de seus filhos serem imunizados, faltando, todavia, à rede privada o medicamento para a aplicação da segunda dose. Não é necessário ser um operador do direito, para minimamente entender que “dever do Estado” significaria que o cidadão, por meio de seus impostos, já aparelha o Estado para que este possa garantir o exercício do direito.
A indignação de contribuintes ao exercício deste chamado direito fundamental levou a um fenômeno conhecido como a judicialização da saúde onde o cidadão bate às portas do Poder Judiciário para pleitear aquilo que o Poder Público espontaneamente não lhe dá, mas que é direito seu.
Em resposta o Poder Judiciário, por sua vez, criou a interpretação do que seria a teoria do possível, como modo de adequar um direito amplo como Direito à Saúde com recursos finitos, proporcionados pelo próprio orçamento dos entes federados.
Esta questão detém uma complexidade de tal ordem que no ano de 2009 o Supremo Tribunal Federal realizou uma audiência pública ao longo de quatro dias[2] para debater a matéria, mas ainda não chegou a uma conclusão a respeito. No caso das crianças, a própria Constituição Federal em outro artigo (227) diz que é “dever da família da sociedade e do Estado assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à vida e à saúde”.
A questão está colocada ao debate.
Ao que parece caso alguma mãe ou pai não consiga fazer valer os direitos de seus filhos à vacinação independentemente da limitação determinada pela política pública, tudo indica que estarão sendo rasgados os direitos da Constituição Federal.

Estado deve garantir o exercício do direito à saúdePor Cláudio A. PinhoCom o desenvolvimento da vacina para a gripe Influenza H1N1 o Ministério da Saúde implementou uma política de vacinação, que prevê a separação em grupos. Toda a divulgação sobre a matéria relata que só determinados grupos serão vacinado e que “caso ocorra alteração na situação epidemiológica no país e disponibilidade de vacina, outros grupos ainda poderão ser incluídos na campanha de vacinação”[1].O direito à saúde vem expresso no artigo 196 da Constituição Federal onde fica consagrado que “a saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem a redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação”. Para analisarmos as políticas de saúde devemos extrair o conteúdo da expressão “dever do Estado” e entender o alcance da expressão que qualifica que esse direito deve ter acesso “universal e igualitário”.Temos assistido na mídia algumas situações que nos levam a reflexões. Situações em que pais de crianças fora do grupo considerado como determinante para a imunização tem que lançar mão das clínicas privadas para garantir o direito de seus filhos serem imunizados, faltando, todavia, à rede privada o medicamento para a aplicação da segunda dose. Não é necessário ser um operador do direito, para minimamente entender que “dever do Estado” significaria que o cidadão, por meio de seus impostos, já aparelha o Estado para que este possa garantir o exercício do direito.A indignação de contribuintes ao exercício deste chamado direito fundamental levou a um fenômeno conhecido como a judicialização da saúde onde o cidadão bate às portas do Poder Judiciário para pleitear aquilo que o Poder Público espontaneamente não lhe dá, mas que é direito seu.Em resposta o Poder Judiciário, por sua vez, criou a interpretação do que seria a teoria do possível, como modo de adequar um direito amplo como Direito à Saúde com recursos finitos, proporcionados pelo próprio orçamento dos entes federados.Esta questão detém uma complexidade de tal ordem que no ano de 2009 o Supremo Tribunal Federal realizou uma audiência pública ao longo de quatro dias[2] para debater a matéria, mas ainda não chegou a uma conclusão a respeito. No caso das crianças, a própria Constituição Federal em outro artigo (227) diz que é “dever da família da sociedade e do Estado assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à vida e à saúde”.A questão está colocada ao debate.Ao que parece caso alguma mãe ou pai não consiga fazer valer os direitos de seus filhos à vacinação independentemente da limitação determinada pela política pública, tudo indica que estarão sendo rasgados os direitos da Constituição Federal.

[1] http://www.vacinacaoinfluenza.com.br/site/conteudo/quem.asp%5B2%5D http://www.stf.jus.br/portal/cms/verTexto.asp?servico=processoAudienciaPublicaSaudeLink: http://www.conjur.com.br/2010-jun-27/estado-garantir-cidadao-acesso-universal-igualitario-direito-saude

Desembargador Sebastião Geraldo de Oliveira propõe a criação do Estatuto Nacional de Saúde e Segurança do Trabalhador

Posted in Sem categoria on 11 de julho de 2010 by editor master

Desembargador Sebastião Geraldo de Oliveira propõe a criação do Estatuto Nacional de Saúde e Segurança do Trabalhador
O 5º Painel do Congresso do TRT reuniu, na manhã do dia 1º de julho, a médica sanitarista Maria Maeno, o juiz Homero Batista Mateus da Silva, titular da 88ª Vara do Trabalho de São Paulo, e o desembargador Sebastião Geraldo de Oliveira, presidente da 2ª Turma do TRT da 3ª Região (MG), para tratarem do tema “Doenças ocupacionais: prevenção, causas e consequências”. Dada a impossibilidade de comparecimento do ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST) Lelio Bentes Corrêa, a coordenação do painel ficou a cargo do desembargador Luiz Antonio Lazarim, vice-presidente administrativo do TRT da 15ª.
Mestre em Saúde Pública pela USP e pesquisadora da Fundacentro, Maria Maeno abriu o painel chamando a atenção para a complexidade do adoecimento, produto de fatores tanto individuais como socioeconômicos. As doenças profissionais, explicou, podem ser decorrentes tanto de condições físicas de trabalho inadequadas, quanto de má alimentação, pressão por produtividade, medo de demissão, competitividade, movimentos repetitivos, assédio e humilhação. Por meio de gravuras e ilustrações, a palestrante procurou mostrar como as doenças ocupacionais acompanharam historicamente a evolução “do trabalho pesado ao trabalho da rapidez on-line”. No caso do Brasil, observou Maeno, “temos um mosaico de situações de trabalho, inclusive o análogo ao do escravo. O que explica o Ministério da Saúde ter arrolado mais de 300 doenças relacionadas ao trabalho”.
A partir de um estudo de caso acerca do setor financeiro de um banco que passara por um processo de reestruturação produtiva, a pesquisadora procurou mostrar como a automação, a terceirização e o estabelecimento de metas crescentes de produção estão sobrecarregando psiquicamente os trabalhadores que permanecem empregados. O trabalho sem pausas durante jornadas prolongadas, muitas vezes continuadas em casa, advertiu Maeno, leva à sobrecarga do sistema músculo-esquelético do trabalhador, causando-lhe todo tipo de transtorno. “Alguns recorrem aos remédios de tarja preta para conter a depressão e a ansiedade. Muitos adoecem precocemente. Esta é a realidade vivida hoje.”
A palestrante destacou o papel do Judiciário na prevenção primária das doenças ocupacionais, garantindo aos trabalhadores adicionais para horas trabalhadas extraordinariamente e para o trabalho noturno, jornadas especiais a algumas categorias mais vulneráveis e ambientes de trabalho saudáveis. “Muitas empresas podem ser verdes por fora, mas continuam cinzentas por dentro, pois continuam adoecendo seus trabalhadores. Queremos trabalho verde e saúde verde também.”
Maria Maeno chamou a atenção ainda para a atuação dos profissionais da saúde, aos quais cabe evitar ou reduzir as desvantagens sociais das vítimas dessas doenças, seja buscando a detecção precoce dos adoecimentos (prevenção secundária), seja prevenindo, com tratamentos adequados, a incapacidade permanente do trabalhador (prevenção terciária). E concluiu ressaltando a importância de se buscar minimizar o impacto negativo do crescimento econômico com políticas econômicas e sociais eficientes.
Novo rol de doenças
O segundo expositor do painel foi o juiz Homero Batista Mateus da Silva, que é professor doutor de Direito do Trabalho e Seguridade Social da Universidade de São Paulo (USP) e autor da coleção “Curso de Direito do Trabalho Aplicado”, de dez volumes. Após traçar um breve panorama histórico das doenças ocupacionais, o magistrado voltou-se à análise do problema na sociedade atual, na qual, segundo ele, o consumo ostentativo, como um fim em si mesmo, tem gerado grande insatisfação e ansiedade no trabalhador, constantemente empenhado em provê-lo. “Para consumir mais, ele trabalha mais, em casa inclusive, abrindo mão de seu tempo de lazer. O que explica por que os maiores beneficiários do auxílio doença são os portadores de doenças nas mãos, ombros, coluna e com problemas de audição, nessa ordem, conforme divulgou o próprio INSS.”
O palestrante salientou o avanço representado pelas convenções da Organização Internacional do Trabalho (OIT) que tratam da segurança e da saúde dos trabalhadores e do meio ambiente de trabalho, atualizando o rol de doenças consideradas de cunho ocupacional e estabelecendo uma “cultura de prevenção” nessa matéria. O objetivo da lista é guiar os esforços de registro, prevenção, notificação e, quando for o caso, compensação financeira para doenças causadas pelo trabalho. Nela foram incluídas desde as doenças ocupacionais causadas por agentes químicos, físicos e biológicos, até as doenças respiratórias e de pelé, disfunções ósseas e musculares e câncer de origem ocupacional.
Pela primeira vez, doenças de ordem mental e comportamental foram incluídas neste rol.
O estresse pós-traumático também passa a fazer parte da relação, e há espaço para a inclusão futura de outras desordens semelhantes.
Referindo-se ao futuro, Homero disse que as preocupações da OIT para 2020 deverão centrar-se no impacto demográfico do envelhecimento do País e no trabalho home-office, além das conseqüências, para o homem, do emprego da biotecnologia e da nanotecnologia.
Direito Ambiental do Trabalho
Encerrando o painel, o desembargador Sebastião Geraldo de Oliveira lecionou sobre o direito das vítimas de doenças profissionais – típicas do exercício de determinada profissão – e das chamadas doenças do trabalho – surgidas em razão das condições em que o trabalho é prestado, como é o caso da LER/DORT -, ambas discriminadas na relação elaborada pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Segundo explicou o magistrado, que é mestre em Direito Administrativo pela Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais e autor dos livros “Proteção Jurídica à Saúde do Trabalhador” e “Indenizações por Acidente do Trabalho ou Doença Ocupacional”, a partir da Lei 8.213, de 1991, as vítimas dessas enfermidades passaram a ter o mesmo direito a indenização admitido para as vítimas de acidente de trabalho decorrente de culpa ou dolo do empregador.
Referindo-se aos requisitos para a responsabilização do empregador pelas doenças ocupacionais – a comprovação do dano, da culpa do empregador e do nexo causal entre eles, com a exceção das chamadas atividades de risco, que dispensam a comprovação de culpa -, o magistrado salientou que “a presença do nexo causal, nesse caso, se mede por razoável probabilidade, não por matemática certeza. Não podemos ficar presos ao rigorismo de uma prova irrefutável. A ciência médica não é matemática”.
Entre outras propostas para buscar reduzir as doenças ocupacionais, Sebastião Geraldo de Oliveira defendeu a criação de um novo março legal sobre segurança e saúde do trabalhador, de um estatuto nacional que incorpore os avanços consagrados nas convenções da OIT ratificadas pelo Brasil e normatize regras que permanecem inscritas em normas regulamentadoras, “atribuindo responsabilidades, cominando sanções penais, disciplinando, por exemplo, o ônus da prova e a tutela preventiva”.
O palestrante propôs ainda incluir na grade dos cursos de Direito a disciplina de Direito Ambiental do Trabalho. Segundo ele, a redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e segurança, é um comando constitucional e como tal deve ser cumprido. “O direito a que se refere o artigo 7º, inciso XII, da Constituição, é estrutural, um princípio. O princípio do risco mínimo regressivo, ou seja, de que o risco de acidente de trabalho deve decrescer com o avanço da tecnologia.”
Autor: Por Patrícia Campos de Sousa

Desembargador Sebastião Geraldo de Oliveira propõe a criação do Estatuto Nacional de Saúde e Segurança do TrabalhadorO 5º Painel do Congresso do TRT reuniu, na manhã do dia 1º de julho, a médica sanitarista Maria Maeno, o juiz Homero Batista Mateus da Silva, titular da 88ª Vara do Trabalho de São Paulo, e o desembargador Sebastião Geraldo de Oliveira, presidente da 2ª Turma do TRT da 3ª Região (MG), para tratarem do tema “Doenças ocupacionais: prevenção, causas e consequências”. Dada a impossibilidade de comparecimento do ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST) Lelio Bentes Corrêa, a coordenação do painel ficou a cargo do desembargador Luiz Antonio Lazarim, vice-presidente administrativo do TRT da 15ª. Mestre em Saúde Pública pela USP e pesquisadora da Fundacentro, Maria Maeno abriu o painel chamando a atenção para a complexidade do adoecimento, produto de fatores tanto individuais como socioeconômicos. As doenças profissionais, explicou, podem ser decorrentes tanto de condições físicas de trabalho inadequadas, quanto de má alimentação, pressão por produtividade, medo de demissão, competitividade, movimentos repetitivos, assédio e humilhação. Por meio de gravuras e ilustrações, a palestrante procurou mostrar como as doenças ocupacionais acompanharam historicamente a evolução “do trabalho pesado ao trabalho da rapidez on-line”. No caso do Brasil, observou Maeno, “temos um mosaico de situações de trabalho, inclusive o análogo ao do escravo. O que explica o Ministério da Saúde ter arrolado mais de 300 doenças relacionadas ao trabalho”. A partir de um estudo de caso acerca do setor financeiro de um banco que passara por um processo de reestruturação produtiva, a pesquisadora procurou mostrar como a automação, a terceirização e o estabelecimento de metas crescentes de produção estão sobrecarregando psiquicamente os trabalhadores que permanecem empregados. O trabalho sem pausas durante jornadas prolongadas, muitas vezes continuadas em casa, advertiu Maeno, leva à sobrecarga do sistema músculo-esquelético do trabalhador, causando-lhe todo tipo de transtorno. “Alguns recorrem aos remédios de tarja preta para conter a depressão e a ansiedade. Muitos adoecem precocemente. Esta é a realidade vivida hoje.” A palestrante destacou o papel do Judiciário na prevenção primária das doenças ocupacionais, garantindo aos trabalhadores adicionais para horas trabalhadas extraordinariamente e para o trabalho noturno, jornadas especiais a algumas categorias mais vulneráveis e ambientes de trabalho saudáveis. “Muitas empresas podem ser verdes por fora, mas continuam cinzentas por dentro, pois continuam adoecendo seus trabalhadores. Queremos trabalho verde e saúde verde também.” Maria Maeno chamou a atenção ainda para a atuação dos profissionais da saúde, aos quais cabe evitar ou reduzir as desvantagens sociais das vítimas dessas doenças, seja buscando a detecção precoce dos adoecimentos (prevenção secundária), seja prevenindo, com tratamentos adequados, a incapacidade permanente do trabalhador (prevenção terciária). E concluiu ressaltando a importância de se buscar minimizar o impacto negativo do crescimento econômico com políticas econômicas e sociais eficientes. Novo rol de doenças O segundo expositor do painel foi o juiz Homero Batista Mateus da Silva, que é professor doutor de Direito do Trabalho e Seguridade Social da Universidade de São Paulo (USP) e autor da coleção “Curso de Direito do Trabalho Aplicado”, de dez volumes. Após traçar um breve panorama histórico das doenças ocupacionais, o magistrado voltou-se à análise do problema na sociedade atual, na qual, segundo ele, o consumo ostentativo, como um fim em si mesmo, tem gerado grande insatisfação e ansiedade no trabalhador, constantemente empenhado em provê-lo. “Para consumir mais, ele trabalha mais, em casa inclusive, abrindo mão de seu tempo de lazer. O que explica por que os maiores beneficiários do auxílio doença são os portadores de doenças nas mãos, ombros, coluna e com problemas de audição, nessa ordem, conforme divulgou o próprio INSS.” O palestrante salientou o avanço representado pelas convenções da Organização Internacional do Trabalho (OIT) que tratam da segurança e da saúde dos trabalhadores e do meio ambiente de trabalho, atualizando o rol de doenças consideradas de cunho ocupacional e estabelecendo uma “cultura de prevenção” nessa matéria. O objetivo da lista é guiar os esforços de registro, prevenção, notificação e, quando for o caso, compensação financeira para doenças causadas pelo trabalho. Nela foram incluídas desde as doenças ocupacionais causadas por agentes químicos, físicos e biológicos, até as doenças respiratórias e de pelé, disfunções ósseas e musculares e câncer de origem ocupacional. Pela primeira vez, doenças de ordem mental e comportamental foram incluídas neste rol. O estresse pós-traumático também passa a fazer parte da relação, e há espaço para a inclusão futura de outras desordens semelhantes. Referindo-se ao futuro, Homero disse que as preocupações da OIT para 2020 deverão centrar-se no impacto demográfico do envelhecimento do País e no trabalho home-office, além das conseqüências, para o homem, do emprego da biotecnologia e da nanotecnologia. Direito Ambiental do Trabalho Encerrando o painel, o desembargador Sebastião Geraldo de Oliveira lecionou sobre o direito das vítimas de doenças profissionais – típicas do exercício de determinada profissão – e das chamadas doenças do trabalho – surgidas em razão das condições em que o trabalho é prestado, como é o caso da LER/DORT -, ambas discriminadas na relação elaborada pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Segundo explicou o magistrado, que é mestre em Direito Administrativo pela Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais e autor dos livros “Proteção Jurídica à Saúde do Trabalhador” e “Indenizações por Acidente do Trabalho ou Doença Ocupacional”, a partir da Lei 8.213, de 1991, as vítimas dessas enfermidades passaram a ter o mesmo direito a indenização admitido para as vítimas de acidente de trabalho decorrente de culpa ou dolo do empregador. Referindo-se aos requisitos para a responsabilização do empregador pelas doenças ocupacionais – a comprovação do dano, da culpa do empregador e do nexo causal entre eles, com a exceção das chamadas atividades de risco, que dispensam a comprovação de culpa -, o magistrado salientou que “a presença do nexo causal, nesse caso, se mede por razoável probabilidade, não por matemática certeza. Não podemos ficar presos ao rigorismo de uma prova irrefutável. A ciência médica não é matemática”. Entre outras propostas para buscar reduzir as doenças ocupacionais, Sebastião Geraldo de Oliveira defendeu a criação de um novo março legal sobre segurança e saúde do trabalhador, de um estatuto nacional que incorpore os avanços consagrados nas convenções da OIT ratificadas pelo Brasil e normatize regras que permanecem inscritas em normas regulamentadoras, “atribuindo responsabilidades, cominando sanções penais, disciplinando, por exemplo, o ônus da prova e a tutela preventiva”. O palestrante propôs ainda incluir na grade dos cursos de Direito a disciplina de Direito Ambiental do Trabalho. Segundo ele, a redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e segurança, é um comando constitucional e como tal deve ser cumprido. “O direito a que se refere o artigo 7º, inciso XII, da Constituição, é estrutural, um princípio. O princípio do risco mínimo regressivo, ou seja, de que o risco de acidente de trabalho deve decrescer com o avanço da tecnologia.” Autor: Por Patrícia Campos de SousaLink: http://www.jusbrasil.com.br/noticias/2273354/congresso-do-trt-discute-as-causas-e-consequencias-das-doencas-ocupacionais-e-meios-de-sua-prevencao

A violência é uma conseqüência do desamor

Posted in Sem categoria on 11 de julho de 2010 by editor master

A violência é uma conseqüência do desamor que temos vivido em nossos tempos, conforto talvez excessivo que a era tecnológica nos proporciona. A criatura vai se apaixonando por facilidades materiais e se esquece de que nós precisamos de amor, paciência, compreensão e carinho. A ausência desses valores espirituais vai criando essa agressividade exagerada no relacionamento entre as pessoas ou entre muitas das pessoas no nosso tempo.
De modo que precisaríamos mesmo de uma campanha de evangelização, de retorno ao Cristianismo em sua feição mais simples para que venhamos a compreender que não podemos pedir assistência espiritual a um trator de esteira, não podemos pedir socorro a determinados engenhos que hoje nos servem como recursos de pesquisas em pleno firmamento, nós precisamos desses valores de uns para com os outros.
Quando nos voltarmos para o sentimento, para o coração, acreditamos que tanto a violência, como a corrida às armas para defesa pessoal decrescerão ao ponto mínimo e vamos extinguindo isso, pouco a pouco, à medida que crescemos em manifestações de amor, reciprocamente.
Chico Xavier
(Entrevista feita em junho de 1980 por Marlene R. S. Nobre, transcrita no livro de sua autoria “Lições de Sabedoria”)

A violência é uma conseqüência do desamor que temos vivido em nossos tempos, conforto talvez excessivo que a era tecnológica nos proporciona. A criatura vai se apaixonando por facilidades materiais e se esquece de que nós precisamos de amor, paciência, compreensão e carinho. A ausência desses valores espirituais vai criando essa agressividade exagerada no relacionamento entre as pessoas ou entre muitas das pessoas no nosso tempo. De modo que precisaríamos mesmo de uma campanha de evangelização, de retorno ao Cristianismo em sua feição mais simples para que venhamos a compreender que não podemos pedir assistência espiritual a um trator de esteira, não podemos pedir socorro a determinados engenhos que hoje nos servem como recursos de pesquisas em pleno firmamento, nós precisamos desses valores de uns para com os outros. Quando nos voltarmos para o sentimento, para o coração, acreditamos que tanto a violência, como a corrida às armas para defesa pessoal decrescerão ao ponto mínimo e vamos extinguindo isso, pouco a pouco, à medida que crescemos em manifestações de amor, reciprocamente.                                                                                                                                       Chico Xavier                 (Entrevista feita em junho de 1980 por Marlene R. S. Nobre, transcrita no livro de sua autoria “Lições de Sabedoria”)

Alergia servera e a parte emocional – caso de atendimento

Posted in Sem categoria on 11 de julho de 2010 by editor master

Alergia severa e o emocional – caso de atendimento.
Nota importante: Você entenderá melhor esse texto se já tiver lido o manual da EFT. Para receber o manual criado por mim acesse (sem custos):  http://www.eftbr.com.br/if_manual.php  Assim você poderá aprender o básico e começar a se beneficiar da técnica.
Tenho também o C*U*R*S*O virtual gravado com 12 horas de duração que vc pode adquirir e baixar no seu computador. O material é novo e foi gravado do worksohp virtual realizado dias 15 e 16 de maio (esse tem custos):
Olá Pessoal,
No material de hoje vou repassar pra vocês um caso de alergia severa  que a terapeuta Telma Bellotto de São Paulo atendeu e me mandou por email.
Venho falando da ligação entre a parte emocional e as doenças físicas. Como as emoções negativas são produzidas quimicamente no corpo e obviamente se manifestam no corpo físico provocando todo tipo de desequilíbrio em órgão, glândulas, no cérebro, na musculatura, no sistema imunológico… o resultado é o que a gente chama de doença.
Não é só o ‘stresse’ do momento nem somente as emoções de uma fase complicada que podemos estar atravessando. É o que nos guardamos desde que nascemos… várias emoções vão ficando presas, pequenos ou grandes traumas, pequenas ou grandes tristezas, mágoas, rejeições, frustrações, desgosto e etc… Não há ser humano que não tenha nada “armazenado” de negativo. Esse armazenamento vai ficando cada vez mais pesado e mexendo e refletindo cada vez mais na parte emocional, até causar uma doença.
No meu ponto de vista, e das pessoas que trabalham na área das terapia holísticas, a doença esta sempre conectada com fatores emocionais, não há como separar uma coisa da outra.
Uma alergia, como no caso a seguir que vai ser relatado, não acontece por azar, nem por acaso. O relato vem logo após o anuncio abaixo.
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Aprenda EFT em Recife nos dias 16, 17 e 18 de Julho:
Aprenda EFT em São Paulo dias 23, 24 e 25 de julho:
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Curitiba, Belo Horizonte, Porto Alegre aguardando data!
Parceiros: Jornal Alternativo – para quem quer ver somente noticia boa:
Formação Toque Quantico em Recife: http://www.biadeoliveira.com.br / wallacepan@gmail.com Fone: 81-3082-6205 / celular: 81-9192-6315
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Relato:
Atendi uma pessoa com uma alergia já em estado bem avançado. Já tinha passado por inúmeros médicos, exames, procedimentos, sem nenhuma melhora… zero total de melhoria. Essa pessoa já não dormia mais, devido ao incômodo que a alergia traz… coceiras, mal estar, etc.
A pele já estava ficando cheia de feridas por toda parte, de tanta coceira. A pele totalmente vermelha, com aquele aspecto grosso e horrível. Ela tomava tanto remédio, que já não sabia nem o que tomava…
Enfim, ela estava em total desânimo, já não trabalhava, sua vida familiar estava péssima, humor entao, nem se fala…. Ofereci ajuda e ela aceitou. Claro, sempre com aquela desconfiança por trás.
Não tratei a alergia em si… fui buscar lá no fundo uma causa emocional que a estava perturbando muito, mas que ela jamais tinha associado com qualquer sintoma físico.
Fizemos uma sessão de EFT em cima desse problema emocional… foi o suficiente. Ela já saiu dali se sentindo muito melhor. Dei um floral para ela tomar, para ajudar a dormir. Dei a ela também uma pedra que ajuda em casos de alergia, coceira, etc.
Ela anotou algumas coisas que eu também disse a ela para fazer e foi embora, feliz da vida.
André, isso aconteceu já tem uns 2 meses… Daquele momento, até hoje, NUNCA MAIS ele teve uma coceirinha sequer.
Comentário André: Nem sempre o resultado é tão rápido assim, mas isso ocorre com uma certe freqüência. Na maioria das vezes precisamos de mais sessões para limpar as emoções e obter um resultado como esse.
O humor melhorou muito, porque passou a dormir a noite inteira… em mais de um ano ela não sabia o que era dormir. Toda a família ficou feliz com o resultado, ninguém acreditava… nem ela mesma… e hoje é outra pessoa.
Na semana seguinte, ela tinha uma consulta médica, onde iriam colocar 2 placas nas costas, verticais ao lado da coluna, uma de cada lado… essas placas teriam 37 diferentes componentes químicos que seriam injetados em seu corpo durante alguns dias, para determinar a causa da alergia.
Ela não poderia tirar em hipótese alguma, nem se doesse ou se causasse irritação. Também não poderia tomar banho durante os dias em que as placas estivessem ali. E que somente um médico especializado, teria condições de tirar as placas das costas.
Olha que horror essa situação!!!!!!! Você já imaginou isso??? poderia dar mais alergia ainda…. sem falar no que o corpo iria absorver de química… olha que horror…
Os médicos passavam essa pessoa de um para outro… ela consultou com vários e vários médicos. Essas placas eram mais um teste, como se ela fosse ratinho de laboratório, vc sabe como é isso.
Então ela disse que a consulta estava marcada, mas que ela nem iria se dar ao trabalho de comparecer. Imagina, já estou boa, ela disse, e com esse monte de química injetando em meu corpo, vou arrumar mais problemas pra me livrar depois.
Eu disse que ela deveria voltar ao médico e contar que em 2 horinhas, ela se livrou de algo que nenhum deles conseguiu fazer com que ela se livrasse…nem com todos os remédios que ela estava ingerindo durante esse tempo !!!!
Isso serviu também para mim, que estou ainda vendo todas as possibilidades que o EFT pode tratar. E me considero ainda em fase de treinamento… eheheheh
Então, sempre que eu tiver um caso forte e interessante, passarei para você, se assim quiser, ok??
Um grande abraço e continue na Luz.
Telma Bellotto – São Paulo – SP – email: telmabellotto@gmail.com
A propósito, EFT para sintomas físicos, (e afirmações positivas, e muito mais conteúdo) é ensinado no worskshop online gravado. Quem tiver interesse em adquirir, é só acessar:
Presencialmente vou estar ministrando worskhop neste mês de julho em Recife, dias 16, 17 e 18, em São Paulo dias 23, 24 e 25 e no Rio dias 30, 31 e 01 de agosto:
Abraços,
André Lima
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Alergia severa e o emocional – caso de atendimento.Nota importante: Você entenderá melhor esse texto se já tiver lido o manual da EFT. Para receber o manual criado por mim acesse (sem custos):  http://www.eftbr.com.br/if_manual.php  Assim você poderá aprender o básico e começar a se beneficiar da técnica.  Tenho também o C*U*R*S*O virtual gravado com 12 horas de duração que vc pode adquirir e baixar no seu computador. O material é novo e foi gravado do worksohp virtual realizado dias 15 e 16 de maio (esse tem custos): http://www.eftbr.com.br/mostra_cursos.php?idconteudo=138&idsecao=28 Olá Pessoal,No material de hoje vou repassar pra vocês um caso de alergia severa  que a terapeuta Telma Bellotto de São Paulo atendeu e me mandou por email.Venho falando da ligação entre a parte emocional e as doenças físicas. Como as emoções negativas são produzidas quimicamente no corpo e obviamente se manifestam no corpo físico provocando todo tipo de desequilíbrio em órgão, glândulas, no cérebro, na musculatura, no sistema imunológico… o resultado é o que a gente chama de doença. Não é só o ‘stresse’ do momento nem somente as emoções de uma fase complicada que podemos estar atravessando. É o que nos guardamos desde que nascemos… várias emoções vão ficando presas, pequenos ou grandes traumas, pequenas ou grandes tristezas, mágoas, rejeições, frustrações, desgosto e etc… Não há ser humano que não tenha nada “armazenado” de negativo. Esse armazenamento vai ficando cada vez mais pesado e mexendo e refletindo cada vez mais na parte emocional, até causar uma doença.            No meu ponto de vista, e das pessoas que trabalham na área das terapia holísticas, a doença esta sempre conectada com fatores emocionais, não há como separar uma coisa da outra.Uma alergia, como no caso a seguir que vai ser relatado, não acontece por azar, nem por acaso. O relato vem logo após o anuncio abaixo.********************************************************* Aprenda EFT em Recife nos dias 16, 17 e 18 de Julho: http://www.eftbr.com.br/mostra_cursos.php?idconteudo=105&idsecao=27  Aprenda EFT em São Paulo dias 23, 24 e 25 de julho:http://www.eftbr.com.br/mostra_cursos.php?idconteudo=104&idsecao=27  Aprenda EFT no Rio de Janeiro dias 30 e 31 de Julho e 01 de agosto: http://www.eftbr.com.br/mostra_cursos.php?idconteudo=128&idsecao=27  Curitiba, Belo Horizonte, Porto Alegre aguardando data! Parceiros: Jornal Alternativo – para quem quer ver somente noticia boa: http://www.jalternativo.com.brFormação Toque Quantico em Recife: http://www.biadeoliveira.com.br / wallacepan@gmail.com Fone: 81-3082-6205 / celular: 81-9192-6315******************************************************* Relato:Atendi uma pessoa com uma alergia já em estado bem avançado. Já tinha passado por inúmeros médicos, exames, procedimentos, sem nenhuma melhora… zero total de melhoria. Essa pessoa já não dormia mais, devido ao incômodo que a alergia traz… coceiras, mal estar, etc.A pele já estava ficando cheia de feridas por toda parte, de tanta coceira. A pele totalmente vermelha, com aquele aspecto grosso e horrível. Ela tomava tanto remédio, que já não sabia nem o que tomava…Enfim, ela estava em total desânimo, já não trabalhava, sua vida familiar estava péssima, humor entao, nem se fala…. Ofereci ajuda e ela aceitou. Claro, sempre com aquela desconfiança por trás.            Não tratei a alergia em si… fui buscar lá no fundo uma causa emocional que a estava perturbando muito, mas que ela jamais tinha associado com qualquer sintoma físico.Fizemos uma sessão de EFT em cima desse problema emocional… foi o suficiente. Ela já saiu dali se sentindo muito melhor. Dei um floral para ela tomar, para ajudar a dormir. Dei a ela também uma pedra que ajuda em casos de alergia, coceira, etc.Ela anotou algumas coisas que eu também disse a ela para fazer e foi embora, feliz da vida.            André, isso aconteceu já tem uns 2 meses… Daquele momento, até hoje, NUNCA MAIS ele teve uma coceirinha sequer.Comentário André: Nem sempre o resultado é tão rápido assim, mas isso ocorre com uma certe freqüência. Na maioria das vezes precisamos de mais sessões para limpar as emoções e obter um resultado como esse.O humor melhorou muito, porque passou a dormir a noite inteira… em mais de um ano ela não sabia o que era dormir. Toda a família ficou feliz com o resultado, ninguém acreditava… nem ela mesma… e hoje é outra pessoa.Na semana seguinte, ela tinha uma consulta médica, onde iriam colocar 2 placas nas costas, verticais ao lado da coluna, uma de cada lado… essas placas teriam 37 diferentes componentes químicos que seriam injetados em seu corpo durante alguns dias, para determinar a causa da alergia.Ela não poderia tirar em hipótese alguma, nem se doesse ou se causasse irritação. Também não poderia tomar banho durante os dias em que as placas estivessem ali. E que somente um médico especializado, teria condições de tirar as placas das costas.Olha que horror essa situação!!!!!!! Você já imaginou isso??? poderia dar mais alergia ainda…. sem falar no que o corpo iria absorver de química… olha que horror…Os médicos passavam essa pessoa de um para outro… ela consultou com vários e vários médicos. Essas placas eram mais um teste, como se ela fosse ratinho de laboratório, vc sabe como é isso. Então ela disse que a consulta estava marcada, mas que ela nem iria se dar ao trabalho de comparecer. Imagina, já estou boa, ela disse, e com esse monte de química injetando em meu corpo, vou arrumar mais problemas pra me livrar depois.            Eu disse que ela deveria voltar ao médico e contar que em 2 horinhas, ela se livrou de algo que nenhum deles conseguiu fazer com que ela se livrasse…nem com todos os remédios que ela estava ingerindo durante esse tempo !!!!            Isso serviu também para mim, que estou ainda vendo todas as possibilidades que o EFT pode tratar. E me considero ainda em fase de treinamento… eheheheh            Então, sempre que eu tiver um caso forte e interessante, passarei para você, se assim quiser, ok?? Um grande abraço e continue na Luz.Telma Bellotto – São Paulo – SP – email: telmabellotto@gmail.com   A propósito, EFT para sintomas físicos, (e afirmações positivas, e muito mais conteúdo) é ensinado no worskshop online gravado. 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humildade e orgulho

Posted in Sem categoria on 11 de julho de 2010 by editor master

Você já deve ter ouvido muitas vezes a palavra humildade, não é mesmo?
Essa palavra é muito usada, mas nem todas as pessoas conseguem entender o seu verdadeiro significado.
O termo humildade vem de humus, palavra de origem latina que quer dizer terra fértil, rica em nutrientes e preparada para receber a semente.
Assim, uma pessoa humilde está sempre disposta a aprender e deixar brotar, no solo fértil da sua alma, a boa semente.
A verdadeira humildade é firme, segura, sóbria e jamais compactua com a hipocrisia ou com a pieguice.
A humildade é a mais nobre de todas as virtudes, pois somente ela predispõe o seu portador à sabedoria real.
O contrário de humildade é orgulho, porque o orgulhoso nega tudo o que a humildade defende.
O orgulhoso é soberbo, julga-se superior e esconde-se por trás da falsa humildade ou da tola vaidade.
Alguns exemplos talvez tornem mais claras as nossas reflexões.
Quando, por exemplo, uma pessoa humilde comete um erro, diz: “eu me equivoquei”, pois sua intenção é de aprender, de crescer.
Mas quando uma pessoa orgulhosa comete um erro, diz: “não foi minha culpa”, porque se acha acima de qualquer crítica.
A pessoa humilde trabalha mais que a orgulhosa e por essa razão tem mais tempo.
Uma pessoa orgulhosa está sempre “muito ocupada” para fazer o que é necessário.
A pessoa humilde enfrenta qualquer dificuldade e sempre vence os problemas.
A pessoa orgulhosa dá desculpas, mas não dá conta das suas obrigações e pendências.
Uma pessoa humilde se compromete e realiza.
Uma pessoa orgulhosa se acha perfeita.
A pessoa humilde diz: “eu sou boa, porém não tanto como eu gostaria de ser”.
A pessoa humilde respeita aqueles que lhe são superiores e trata de aprender algo com todos.
A orgulhosa resiste àqueles que lhe são superiores e trata de pôr-lhes defeitos.
O humilde sempre faz algo mais, além da sua obrigação.
O orgulhoso não colabora, e sempre diz: “eu faço o meu trabalho”.
Uma pessoa humilde diz: “deve haver uma maneira melhor para fazer isto e eu vou descobrir”.
A pessoa orgulhosa afirma: “sempre fiz assim e não vou mudar meu estilo”.
A pessoa humilde compartilha suas experiências com colegas e amigos, o orgulhoso as guarda para si mesmo porque teme a concorrência.
A pessoa orgulhosa não aceita críticas; a humilde está sempre disposta a ouvir todas as opiniões e a reter as melhores.
Quem é humilde cresce sempre; quem é orgulhoso fica estagnado, iludido na falsa posição de superioridade.
O orgulhoso se diz cético por achar que não pode haver nada no universo que ele desconheça; o humilde reverencia o Criador todos os dias porque sabe que há muitas verdades que ainda desconhece.
Uma pessoa humilde defende as idéias que julga nobres sem se importar de quem elas venham.
A pessoa orgulhosa defende sempre suas idéias, não porque acredite nelas, mas porque são suas.
Enfim, como se pode perceber, o orgulho é grilhão que impede a evolução das criaturas; a humildade é chave que abre as portas da perfeição.
Você sabe por que o mar é tão grande? Tão imenso? Tão poderoso?
É porque foi humilde o bastante para se colocar alguns centímetros abaixo de todos os rios.
Sabendo receber, tornou-se grande.
Se quisesse ser o primeiro, se quisesse ficar acima de todos os rios, não seria o mar, seria uma ilha.
E, certamente, estaria isolado.
(Texto da Equipe de Redação do site http://www.momento.com.br)
Dia fértil e feliz pra você!Abraço fraterno

Você já deve ter ouvido muitas vezes a palavra humildade, não é mesmo? Essa palavra é muito usada, mas nem todas as pessoas conseguem entender o seu verdadeiro significado. O termo humildade vem de humus, palavra de origem latina que quer dizer terra fértil, rica em nutrientes e preparada para receber a semente. Assim, uma pessoa humilde está sempre disposta a aprender e deixar brotar, no solo fértil da sua alma, a boa semente. A verdadeira humildade é firme, segura, sóbria e jamais compactua com a hipocrisia ou com a pieguice. A humildade é a mais nobre de todas as virtudes, pois somente ela predispõe o seu portador à sabedoria real. O contrário de humildade é orgulho, porque o orgulhoso nega tudo o que a humildade defende. O orgulhoso é soberbo, julga-se superior e esconde-se por trás da falsa humildade ou da tola vaidade. Alguns exemplos talvez tornem mais claras as nossas reflexões. Quando, por exemplo, uma pessoa humilde comete um erro, diz: “eu me equivoquei”, pois sua intenção é de aprender, de crescer. Mas quando uma pessoa orgulhosa comete um erro, diz: “não foi minha culpa”, porque se acha acima de qualquer crítica. A pessoa humilde trabalha mais que a orgulhosa e por essa razão tem mais tempo. Uma pessoa orgulhosa está sempre “muito ocupada” para fazer o que é necessário. A pessoa humilde enfrenta qualquer dificuldade e sempre vence os problemas. A pessoa orgulhosa dá desculpas, mas não dá conta das suas obrigações e pendências. Uma pessoa humilde se compromete e realiza. Uma pessoa orgulhosa se acha perfeita. A pessoa humilde diz: “eu sou boa, porém não tanto como eu gostaria de ser”. A pessoa humilde respeita aqueles que lhe são superiores e trata de aprender algo com todos. A orgulhosa resiste àqueles que lhe são superiores e trata de pôr-lhes defeitos. O humilde sempre faz algo mais, além da sua obrigação. O orgulhoso não colabora, e sempre diz: “eu faço o meu trabalho”.Uma pessoa humilde diz: “deve haver uma maneira melhor para fazer isto e eu vou descobrir”. A pessoa orgulhosa afirma: “sempre fiz assim e não vou mudar meu estilo”. A pessoa humilde compartilha suas experiências com colegas e amigos, o orgulhoso as guarda para si mesmo porque teme a concorrência. A pessoa orgulhosa não aceita críticas; a humilde está sempre disposta a ouvir todas as opiniões e a reter as melhores. Quem é humilde cresce sempre; quem é orgulhoso fica estagnado, iludido na falsa posição de superioridade. O orgulhoso se diz cético por achar que não pode haver nada no universo que ele desconheça; o humilde reverencia o Criador todos os dias porque sabe que há muitas verdades que ainda desconhece. Uma pessoa humilde defende as idéias que julga nobres sem se importar de quem elas venham. A pessoa orgulhosa defende sempre suas idéias, não porque acredite nelas, mas porque são suas. Enfim, como se pode perceber, o orgulho é grilhão que impede a evolução das criaturas; a humildade é chave que abre as portas da perfeição. Você sabe por que o mar é tão grande? Tão imenso? Tão poderoso? É porque foi humilde o bastante para se colocar alguns centímetros abaixo de todos os rios. Sabendo receber, tornou-se grande. Se quisesse ser o primeiro, se quisesse ficar acima de todos os rios, não seria o mar, seria uma ilha. E, certamente, estaria isolado.(Texto da Equipe de Redação do site http://www.momento.com.br)Dia fértil e feliz pra você!Abraço fraterno

Síndrome de Burnout

Posted in Sem categoria on 11 de julho de 2010 by editor master

Síndrome de Burnout é um distúrbio psíquico de caráter depressivo, precedido de esgotamento físico e mental intenso, definido por Herbert J. Freudenberger como “(…) um estado de esgotamento físico e mental cuja causa está intimamente ligada à vida profissional”.

A síndrome de Burnout (do inglês to burn out, queimar por completo), também chamada de síndrome do esgotamento profissional, foi assim denominada pelo psicanalista nova-iorquino, Freudenberger, após constatá-la em si mesmo, no início dos anos 1970.

A dedicação exagerada à atividade profissional é uma característica marcante de Burnout, mas não a única. O desejo de ser o melhor e sempre demonstrar alto grau de desempenho é outra fase importante da síndrome: o portador de Burnout mede a auto-estima pela capacidade de realização e sucesso profissional. O que tem início com satisfação e prazer, termina quando esse desempenho não é reconhecido. Nesse estágio, necessidade de se afirmar, o desejo de realização profissional se transforma em obstinação e compulsão.[1]

[editar] Estágios

São doze os estágios de Burnout:

  • Necessidade de se afirmar
  • Dedicação intensificada – com predominância da necessidade de fazer tudo sozinho;
  • Descaso com as necessidades pessoais – comer, dormir, sair com os amigos começam a perder o sentido;
  • Recalque de conflitos – o portador percebe que algo não vai bem, mas não enfrenta o problema. É quando ocorrem as manifestações físicas;
  • Reinterpretação dos valores – isolamento, fuga dos conflitos. O que antes tinha valor sofre desvalorização: lazer, casa, amigos, e a única medida da auto-estima é o trabalho;
  • Negação de problemas – nessa fase os outros são completamente desvalorizados e tidos como incapazes. Os contatos sociais são repelidos, cinismo e agressão são os sinais mais evidentes;
  • Recolhimento;
  • Mudanças evidentes de comportamento;
  • Despersonalização;
  • Vazio interior;
  • Depressão – marcas de indiferença, desesperança, exaustão. A vida perde o sentido;
  • E, finalmente, a síndrome do esgotamento profissional propriamente dita, que corresponde ao colapso físico e mental. Esse estágio é considerado de emergência e a ajuda médica e psicológica uma urgência.[1]

[editar] Sintomas

Os sintomas são variados: fortes dores de cabeça, tonturas, tremores, muita falta de ar, oscilações de humor, distúrbios do sono, dificuldade de concentração, problemas digestivos. Segundo Dr. Jürgen Staedt, diretor da clínica de psiquiatria e psicoterapia do complexo hospitalar Vivantes, em Berlim, parte dos pacientes que o procuram com depressão são diagnosticados com a síndrome do esgotamento profissional. O professor de psicologia do comportamento Manfred Schedlowski, do Instituto Superior de Tecnologia de Zurique (ETH), registra o crescimento de ocorrência de “Burnout” em ambientes profissionais, apesar da dificuldade de diferenciar a síndrome de outros males, pois ela se manifesta de forma muito variada: “Uma pessoa apresenta dores estomacais crônicas, outra reage com sinais depressivos; a terceira desenvolve um transtorno de ansiedade de forma explícita”, e acrescenta que já foram descritos mais de 130 sintomas do esgotamento profissional.[1]

Burnout é geralmente desenvolvida como resultado de um período de esforço excessivo no trabalho com intervalos muito pequenos para recuperação, mas alguns consideram que trabalhadores com determinados traços de personalidade (especialmente de neuroses) são mais suscetíveis a adquirir a síndrome. Pesquisadores parecem discordar sobre a natureza desta síndrome. Enquanto diversos estudiosos defendem que burnout refere-se exclusivamente a uma síndrome relacionada à exaustão e ausência de personalização no trabalho, outros percebem-na como um caso especial da depressão clínica mais geral ou apenas uma forma de fadiga extrema (portanto omitindo o componente de despersonalização).

Trabalhadores da área de saúde são freqüentemente propensos ao burnout. Cordes e Doherty (1993), em seu estudo sobre esses profissionais, encontraram que aqueles que tem freqüentes interações intensas ou emocionalmente carregadas com outros estão mais suscetíveis.

Os estudantes são também propensos ao burnout nos anos finais da escolarização básica (ensino médio) e no ensino superior; curiosamente, este não é um tipo de burnout relacionado com o trabalho, talvez isto seja melhor compreendido como uma forma de depressão. Os trabalhos com altos níveis de stress podem ser mais propensos a causar burnout do que trabalhos em níveis normais de stress. Taxistas, bancários, controladores de tráfego aéreo, engenheiros, músicos, professores e artistas parecem ter mais tendência ao burnout do que outros profissionais. Os médicos parecem ter a proporção mais elevada de casos de burnout (de acordo com um estudo recente no Psychological Reports, nada menos que 40% dos médicos apresentavam altos níveis de burnout)

A chamada Síndrome de Burnout é definida por alguns autores como uma das conseqüências mais marcantes do estresse profissional, e se caracteriza por exaustão emocional, avaliação negativa de si mesmo, depressão e insensibilidade com relação a quase tudo e todos (até como defesa emocional).

O termo Burnout é uma composição de burn=queima e out=exterior, sugerindo assim que a pessoa com esse tipo de estresse consome-se física e emocionalmente, passando a apresentar um comportamento agressivo e irritadiço.

Essa síndrome se refere a um tipo de estresse ocupacional e institucional com predileção para profissionais que mantêm uma relação constante e direta com outras pessoas, principalmente quando esta atividade é considerada de ajuda (médicos, enfermeiros, professores).

Outros autores, entretanto, julgam a Síndrome de Burnout algo diferente do estresse genérico. de modo geral, esse quadro é considerado de apatia extrema e desinteresse, não como sinônimo de algum tipo de estresse, mas como uma de suas conseqüências bastante sérias.

De fato, esta síndrome foi observada, originalmente, em profissões predominantemente relacionadas a um contacto interpessoal mais exigente, tais como médicos, psicólogos, carcereiros, assistentes sociais, comerciários, professores, atendentes públicos, enfermeiros, funcionários de departamento pessoal, telemarketing e bombeiros. Hoje, entretanto, as observações já se estendem a todos profissionais que interagem de forma ativa com pessoas, que cuidam ou solucionam problemas de outras pessoas, que obedecem técnicas e métodos mais exigentes, fazendo parte de organizações de trabalho submetidas à avaliações.

Definida como uma reação à tensão emocional crônica gerada a partir do contato direto, excessivo e estressante com o trabalho, essa doença faz com que a pessoa perca a maior parte do interesse em sua relação com o trabalho, de forma que as coisas deixam de ter importância e qualquer esforço pessoal passa a parecer inútil.

Entre os fatores aparentemente associados ao desenvolvimento da Síndrome de Burnout está a pouca autonomia no desempenho profissional, problemas de relacionamento com as chefias, problemas de relacionamento com colegas ou clientes, conflito entre trabalho e família, sentimento de desqualificação e falta de cooperação da equipe.

Alguns autores defendem a Síndrome de Burnout como sendo diferente do estresse, alegam que esta doença envolve atitudes e condutas negativas com relação aos usuários, clientes, organização e trabalho, enquanto o estresse apareceria mais como um esgotamento pessoal com interferência na vida do sujeito e não necessariamente na sua relação com o trabalho. Outros julgam essa Síndrome de Burnout seria a conseqüência mais depressiva do estresse desencadeado pelo trabalho.

[editar] A Síndrome de Burnout em Professores

A burnout de professores é conhecida como uma exaustão física e emocional que começa com um sentimento de desconforto e pouco a pouco aumenta à medida que a vontade de lecionar gradualmente diminui. Sintomaticamente, a burnout geralmente se reconhece pela ausência de alguns fatores motivacionais: energia, alegria, entusiasmo, satisfação, interesse, vontade, sonhos para a vida, idéias, concentração, autoconfiança e humor.

Um estudo feito entre professores que decidiram não retomar os postos nas salas de aula no início do ano escolar na Virgínia, Estados Unidos, revelou que entre as grandes causas de estresse estava a falta de recursos, a falta de tempo, reuniões em excesso, número muito grande de alunos por sala de aula, falta de assistência, falta de apoio e pais hostis. Em uma outra pesquisa, 244 professores de alunos com comportamento irregular ou indisciplinado foram instanciados a determinar como o estresse no trabalho afetava as suas vidas. Estas são, em ordem decrescente, as causas de estresses nesses professores:

  • Políticas inadequadas da escola para casos de indisciplina;
  • Atitude e comportamento dos administradores;
  • Avaliação dos administradores e supervisores;
  • Atitude e comportamento de outros professores e profissionais;
  • Carga de trabalho excessiva;
  • Oportunidades de carreira pouco interessantes;
  • Baixo status da profissão de professor;
  • Falta de reconhecimento por uma boa aula ou por estar ensinando bem;
  • Alunos barulhentos;
  • Lidar com os pais.

Os efeitos do estresse são identificados, na pesquisa, como:

  • Sentimento de exaustão;
  • Sentimento de frustração;
  • Sentimento de incapacidade;
  • Carregar o estresse para casa;
  • Sentir-se culpado por não fazer o bastante;
  • Irritabilidade.

As estratégias utilizadas pelos professores, segundo a pesquisa, para lidar com o estresse são:

  • Realizar atividades de relaxamento;
  • Organizar o tempo e decidir quais são as prioridades;
  • Manter uma dieta balanceada e fazer exercícios;
  • Discutir os problemas com colegas de profissão;
  • Tirar o dia de folga;
  • Procurar ajuda profissional na medicina convencional ou terapias alternativas.

Quando perguntados sobre o que poderia ser feito para ajudar a diminuir o estresse, as estratégias mais mencionadas foram:

  • Dar tempo aos professores para que eles colaborem ou conversem;
  • Prover os professores com cursos e workshops;
  • Fazer mais elogios aos professores, reforçar suas práticas e respeitar seu trabalho;
  • Dar mais assistência;
  • Prover os professores com mais oportunidades para saber mais sobre alunos com comportamentos irregulares e também sobre as opções de programa para o curso;
  • Envolver os professores nas tomadas de decisão da escola e melhorar a comunicação com a escola.

Como se pode ver, o burnout de professores relaciona-se estreitamente com as condições desmotivadoras no trabalho, o que afeta, na maioria dos casos, o desempenho do profissional. A ausência de fatores motivacionais acarreta o estresse profissional, fazendo com que o profissional largue seu emprego, ou, quando nele se mantém, trabalhe sem muito esmero.

[editar] O Burnout em Enfermeiros

Os enfermeiros, pelas características do seu trabalho, estão também predispostos a desenvolver burnout.Esses profissionais trabalham diretamente e intensamente com pessoas em sofrimento.

Particularmente os enfermeiros que trabalham em áreas como oncologia, muitas vezes se sentem esgotados pelo fato de continuamente darem muito de si próprios aos seus doentes e, em troca, pelas características da doença, receberem muito pouco.

Luís Sá (2006), num estudo realizado com 257 enfermeiros de oncologia, verificou que estes profissionais se encontravam mais desgastados emocionalmente quando comparados com enfermeiros de outras áreas. Um dos principais fatores encontrados da origem do burnout, foi a falta de controle sobre o trabalho Faz-se necessário, ainda, acrescentar que nos territórios da Educação, a Síndrome de Burnout adquire aspectos mais complexos pelo fato de agregar valores oriundos dos sistemas de educação que se alimentam de perspectivas utópicas que interferem, diretamente, no trabalho do professor. Currículos, diretrizes, orientações e demais processos burocráticos acabam por disseminar discussões que sempre acabam acumulando estresse nos processos de ensino e aprendizagem e, consequentemente, envolve o professor e sua práxis. A sociedade, por sua vez transfere responsabilidades extras ao professor, sobrecarregando-o e inculcando-lhe papéis que não serão desempenhados com a competência necessária.

Fonte: Wiki

Professores relatam casos de violência de alunos em escolas do Rio

Posted in Sem categoria on 11 de julho de 2010 by editor master

Denúncias fazem parte de dossiê produzido por sindicato.
Educadores, doentes, são afastados e vivem a base de remédios.

Mas profissionais da área já preparavam um amplo seminário sobre a violência nas escolas. Entre os temas do evento, que vai reunir educadores de vários estados no dia 25 de agosto na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), será discutido a Síndrome de Burnout, doença que tem afastado muitos profissionais do mercado de trabalho por estresse excessivo.

De acordo com estudos psiquiátricos, a Síndrome de Burnout caracteriza tensão emocional crônica provocada pelo trabalho estressante. Como o nome diz pouca coisa, só o quadro clínico do paciente pode revelar a gravidade e a evolução da doença

“A gente não pode mais fechar os olhos para isso. Existem muitos professores traumatizados, doentes, abandonando a profissão depois de receberem ameaças de morte.”

Ver mais em

http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2010/07/professores-relatam-casos-de-violencia-de-alunos-em-escolas-do-rio.html

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