Blog Acordo Coletivo atinge 1.500.000 leituras e 16.000 artigos selecionados

Postado em Sem categoria em 23 de novembro de 2011 por editor master

1.500.000 em 29/03/2013

Criação do Blog

em 23 de novembro de 2011

Blog Acordo Coletivo atinge 1.000.000 de leituras e 10.000 artigos

Em fevereiro de 2013
16000 artigos – media: 1.000 artigos / mes = 50 artigos selecionados por dia util
6000 comentários
1.450.000 acessos

Ginástica, Alimentação e Saúde

Postado em Sem categoria em 14 de novembro de 2011 por editor master

1)

http://acordocoletivo.org/2011/11/14/como-reconhecer-os-sinais-e-sintomas-de-excesso-de-treinamento/

Opinião do Leitor sobre o blog Acordo Coletivo

Postado em opiniao em 27 de junho de 2009 por editor master

Coloque neste post sua opiniao sobre o nosso trabalho.
Caso você avalie o blog abaixo de regular, agradeceríamos informar o que pode/deve ser melhorado.

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[lista geral de posts e assuntos]

A colocacao de opinioes, criticas e sugestoes e’ bem-vinda e e’ colocada neste post atraves do reply.

Obrigado.

Editores.

Apoios: http://br.groups.yahoo.com/group/Acordo_Coletivo_Petrobras/

http://br.groups.yahoo.com/group/cipas_br

http://br.groups.yahoo.com/group/oab_provas

http://br.groups.yahoo.com/group/sindipetros_br

Emissão de CAT em caso de assalto . . . procure imediatamente o Sindicato para fazer valer seu direito

Postado em Sem categoria em 22 de maio de 2013 por editor master

Acidente do trabalho é o que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa, provocando lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte ou a perda ou a redução, permanente ou temporária, da capacidade para o trabalho. A perda ou redução da capacidade para o trabalho pode advir tanto de problema físico quanto mental.

Em caso de acidente do trabalho, a empresa é obrigada a emitir a CAT (Comunicação de Acidente de Trabalho), até o dia útil seguinte ao da ocorrência.

Assalto em agência bancária, caracteriza-se como acidente do trabalho em relação a todos os bancários presentes durante o evento.

Assim, sempre que uma agência bancária for assaltada, a empresa deve emitir a CAT para todos os trabalhadores envolvidos no infortúnio, encaminhando-a ao INSS, não cabendo a ela empresa dizer se houve ou não redução ou perda da capacidade, já que isso é de responsabilidade do Instituto.

No caso de recusa documentada da empresa, podem emitir a CAT, encaminhando-a ao INSS,  o próprio trabalhador, o médico que o assistiu, qualquer autoridade pública ou o sindicato. Faz-se, no entanto, necessário lembrar que a obrigação pela emissão da CAT é da empresa, pelo que devemos desenvolver todos os esforços para que ela cumpra sua obrigação.

Em casos de assalto à agência, exija a CAT.

Ela poderá lhe garantir tratamento, futuramente, se necessário

Funcionários de agências que sofram assaltos têm direito à emissão de CAT (Comunicação de Acidente do Trabalho), garantido por lei, e devem exigí-la de suas gerências.  O banco é obrigado a registrar uma CAT para cada assalto, independente de qual seja o intervalo entre eles.  O funcionário da agência assaltada tem o direito de retirar-se do trabalho após o incidente, para passar pelo médico. E pedir o laudo médico e exigir a emissão da CAT para o banco. O documento poderá ser entregue à empresa no dia seguinte.

Ao contrário dos casos de acidente ou doença profissional, essa  CAT/Assalto não requer afastamento das funções: ela é o registro da exposição a que o bancário foi submetido. É indispensável que o trabalhador guarde suas vias de cada uma delas.  Se futuramente a pessoa vier a desenvolver  quadros de doenças, (hipertensão e problemas psicológicos, por exemplo) as CATs serão documento que comprovará o nexo entre o distúrbio e as condições de trabalho.

Os funcionários que eventualmente sofram ferimentos durante o assalto têm direito a se afastar para tratamento.

IMPORTANTE - Embora seja direito dos trabalhadores, muitas chefias recusam-se a emitir Cat/Assalto. Se isso ocorrer em sua agência, procure imediatamente o Sindicato para fazer valer seu direito.

Pelo acordo que temos com o banco, a agência assaltada pode permanecer aberta, mas com funcionários alocados de outras agências.

OBJETIVOS DE UM CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA ; PRINCÍPIOS BASES

Postado em Sem categoria em 22 de maio de 2013 por editor master

. Ser um instrumento que reflete a identidade organizacional;
. orientar a realização dos princípios, visão e missão da empresa;
. ser uma referência formal e institucional para a conduta pessoal e profissional, reduzindo a subjetividade das interpretações pessoais sobre os princípios morais e éticos.
. fortalecer a imagem interna e externa da empresa e de seus colaboradores caracterizando suas atitudes como corretas, justas, adequadas e voltadas para o bem comum;
. viabilizar um comportamento ético pautado em valores incorporados por todos os colaboradores, pois são justos e pertinentes;

PRINCÍPIOS

As atitudes e comportamentos dos empregados, colaboradores e diretores deverão ser pautados por princípios e
valores como: legalidade, moralidade, respeito, transparência, excelência, impessoalidade, eficiência, valorização das pessoas e competência, de tal forma que fortaleça as relações com o público interno e externo bem como suas estratégias e proposições.

Legalidade -Significa reconhecer e ater-se à lei como a principal condição que orienta a administração da empresa e a conduta profissional dos colaboradores da Caesb, dado o respeito e valor que a ela são atribuídas.

Moralidade -o padrão ético adotado pela Caesb respeita os princípios constitucionais e vai ao encontro do padrão ético da sociedade na qual atua.

Respeito – a empresa prioriza o respeito nas relações que mantém com os seus públicos interno e externo, obedecendo às leis, protegendo os direitos humanos, desenvolvendo práticas não discriminatórias e atuando de forma
justa, honesta, ética e moral.

Transparência – a Caesb se compromete a exercer com responsabilidade sua função social, atuar de forma leal com as demais empresas de saneamento e a agir sempre de forma correta com seus empregados, clientes, fornecedores e prestadores de serviços.

Excelência: a Caesb desenvolve suas atividades visando atingir padrões
crescentes de qualidade dos serviços prestados e da gestão de recursos.

Impessoalidade: a Caesb demonstra nas suas práticas a inexistência de
preferências ou privilégios – por laços de amizade -nas relações profissionais
e/ou comerciais, no que se refere à contratação de serviços ou outras formas
que possam comprometer sua imagem.

Eficiência: a Caesb exerce as suas atividades assumindo diante da sociedade

o compromisso de utilizar os recursos públicos de forma responsável e eficiente para executar as funções que lhe competem.
Valorização das pessoas: a Caesb promove a equidade de oportunidades, um ambiente de trabalho que favorece o aprendizado, o pensamento criativo e
inovador, o respeito às diversidades e o desenvolvimento profissional, bem como o estímulo à participação dos empregados por meio da comunicação, da
integração e do reconhecimento.

Competência: a Caesb, no desempenho das suas atividades, age com
profissionalismo, agilidade, eficácia, pró-atividade, criatividade e inovação,
visando à obtenção de qualidade de seus processos, serviços e produtos,
estimulando o compartilhamento de conhecimentos e a busca de soluções que agreguem valor para a Companhia e seus clientes.

DIREITOS E DEVERES DOS EMPREGADOS

A Caesb assume o compromisso de zelar pelo bem-estar dos seus empregados propiciando um clima
favorável e acolhedor, estabelecendo um ambiente produtivo, relações harmoniosas, desenvolvimento pessoal e profissional, obedecendo aos valores éticos preconizados neste
Código, a observância dos procedimentos técnicos e administrativos, elencando
de modo consciente os direitos e deveres dos seus colaboradores, de forma a
garantir que sejam plenamente exercidos.

A -Direitos

Em decorrência da conduta ética dos seus colaboradores e por estar ciente de
que, estes são dotados de liberdade, discernimento e princípios morais, e ainda, por demonstrarem atenção ao desempenhar suas funções, respeito às normas e a própria Instituição,  reconhece como direitos de seus colaboradores:

1 – ter acesso a informações privativas, respeitados os níveis de delegação e responsabilidade;

2 – participar e filiar-se à entidade sindical que represente seus interesses;

3 – manifestar-se de forma respeitosa, franca e transparente sobre fatos que possam prejudicar seu desempenho ou sua reputação;

4 – ter assegurados a individualidade, a privacidade e o tratamento digno e justo, independentemente de raça, crença, idade, sexo, nacionalidade, estado civil, orientação sexual ou de ser portador de necessidades especiais;

5 – concorrer com os demais empregados da empresa, em igualdade de condições, a processos de promoção interna, desde que atenda os requisitos exigidos para o cargo;

6 – ter resguardada a sua identidade, quando estiver respondendo interna e externamente a processos ou denúncias de atos ilegais ou imorais;
7 – manter a liberdade de expressão, obedecendo aos princípios deste código e o respeito à imagem da empresa e às demais partes envolvidas;
8 – conhecer o resultado da sua avaliação de desempenho e ser orientado com
informações que favoreçam o seu crescimento profissional;

9 – Possuir um ambiente de trabalho que promova condições seguras para o
desenvolvimento de suas atividades, sem se expor a riscos de acidentes;

10 – ter ciência do teor de acusação e vista do processo, quando estiver sendo investigado;

11 – obter ciência da decisão da Comissão de Ética, quando submetido a processo de avaliação.

B -Deveres

São deveres dos colaboradores :
1 -ler, compreender, cumprir e fazer cumprir este Código de Ética e Conduta;
2 -ser leal à instituição ;
3 -observar as normas legais e regulamentares;
4 -cumprir as ordens superiores,

salvo quando manifestamente ilegais;
5 -atender com presteza ao público em geral;
6 -levar ao conhecimento da autoridade superior as irregularidades de que tiver ciência em razão do trabalho;
7 -zelar pela economia do material e a conservação do patrimônio da empresa;
8 -guardar sigilo sobre assunto da área em que trabalha, quando necessário,
9 -manter conduta compatível com a moralidade administrativa;
10 -ser assíduo e pontual ao serviço;
11 -tratar com cortesia as pessoas;
12 -declarar os bens e valores que compõem o seu patrimônio particular, no ato de admissão e em outras ocasiões, quando solicitado pela área de pessoal;
13 -ser probo, reto, leal e justo, demonstrando toda a integridade do seu caráter,
escolhendo sempre , quando estiver diante de duas opções, a melhor e a mais
vantajosa para o bem comum;

14 -zelar, no exercício do direito de greve, pelas exigências específicas da
defesa da vida, segurança coletiva, bem comum e saúde pública;

15 -manter limpo e em perfeita ordem o local de trabalho, seguindo os métodos
mais adequados à sua organização e distribuição;

16 -participar dos movimentos e estudos que se relacionem com a melhoria do
exercício de suas funções tendo por escopo a realização do bem comum;

17 -apresentar-se ao trabalho com vestimentas adequadas ao exercício da
função e compatível com o ambiente institucional e cultural em que atua;

18 -facilitar a fiscalização de todos os atos ou serviços por quem de direito;

19 -divulgar e informar a todos os empregados a existência deste Código de
Ética e Conduta e estimular o seu integral cumprimento;

20 -representar contra ilegalidade, omissão ou abuso de poder. Tal
representação deverá ser encaminhada à autoridade imediatamente superior
àquela contra a qual recai a representação, assegurando-se ao representado
ampla defesa;

22 -agir consciente de que seu trabalho é regido por princípios éticos que se
materializam na adequada prestação dos serviços;


  
17

23 -resistir a eventuais pressões e intimidações de beneficiários, interessados e
outros que visem obter quaisquer favores ou vantagens indevidas, por meio de
ações imorais, ilegais ou antiéticas;

24 -tratar de forma cortês colegas, gestores, clientes e terceiros e respeitar sua
privacidade, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade ou quaisquer
outras formas de discriminação;

25 -respeitar o sigilo profissional e a confidencialidade das informações
estratégicas ou relativas a fatos relevantes ainda não divulgados, exceto quando
autorizado ou exigido por lei;

26 – dar conhecimento ao superior imediato e à unidade competente, em caso
de acidente, lesão, doença, situação insegura ou prejudicial à saúde, com vistas
à prevenção ou controle da situação.

27 -utilizar adequadamente os canais internos disponíveis, para manifestar
opiniões, sugestões, reclamações, críticas e denúncias, respeitando os
princípios éticos estabelecidos neste Código de Ética e Conduta;

28 -assegurar o uso adequado do patrimônio da Empresa, atendendo ao seu
legítimo propósito e não para obtenção de vantagem pessoal;

29 – preservar o meio ambiente, os recursos hídricos e a saúde, contribuindo
para melhoria da qualidade de vida e o bem estar de toda coletividade;

30 – exercer suas atribuições com zelo, presteza, responsabilidade, eficiência
produtividade e perfeição técnica, sempre em conformidade com as normas da
empresa, de segurança do trabalho, da legislação aplicável, e dos princípios de
ética de forma obter os melhores resultados da CAESB;

31 – utilizar-se de vocabulário formal para se comunicar no ambiente da
organização e fora, quando estiver a serviço da empresa, evitando o uso de
gírias e palavras que possam gerar interpretações equivocadas.

32 – manifestar opinião e expressão de idéias, críticas e discordâncias, mas de
forma a não incorrer em violência verbal, observando a educação e os bons
costumes.

33 – sentir-se responsável por agregar valor ao seu trabalho por meio da
dedicação, criatividade, desenvolvimento pessoal, contribuições estratégicas,
sugestões, observância da ética empresarial.

Vedações

É vedado aos colaboradores da Caesb:

1 – solicitar, sugerir ou receber vantagens de qualquer espécie, utilizando o
nome da empresa ou a função na obtenção de benefícios pessoais ou para
terceiros;

2 – realizar as tarefas sob efeito de
álcool ou substâncias psicotrópicas
e apresentar-se embriagado mesmo
que fora do local de trabalho em
situação que comprometa a imagem
da CAESB;

exercer sua função ou autoridade com finalidade estranha ao interesse da
3–
CAESB;

4 -utilizar, em benefício próprio ou de terceiros, bens, serviços e créditos da
empresa, inclusive direitos de propriedade intelectual, bem como informações
estratégicas e confidenciais;


  
19

5 – exercer atividades externas de interesse pessoais conflitantes com os
interesses da CAESB ou relacionadas com as atividades desempenhadas na
Empresa;

6 – desviar empregado de suas funções para atendimento a interesse particular;

7 -ausentar-se do serviço durante o expediente, sem prévia autorização da
chefia ou para finalidade estranha ao objeto da unidade de trabalho;

8 -retirar, sem prévia anuência da autoridade competente, qualquer documento
ou objeto da unidade de trabalho;

9 -recusar fé a documentos públicos;

10 -opor resistência injustificada ao andamento de documentos e processos ou
execução de serviços;

11 -promover manifestação de apreço ou desapreço entre os colegas de
trabalho;

12 -atribuir a pessoa estranha à área, fora dos casos previstos em lei, o
desempenho de atribuição que seja de sua responsabilidade ou de seu
subordinado;

13 -coagir ou aliciar subordinados no sentido de filiarem-se a associação
profissional ou sindical, ou a partido político;

14 -manter em subordinação funcional, exercendo emprego de confiança,
cônjuge, companheiro ou parente até o segundo grau civil;


  
20

15 -atitudes preconceituosas relacionadas à origem, raça, sexo, cor idade,
religião, aparência, classe social, ideologia, preparo intelectual ou qualquer outro
tipo de discriminação, contra portadores de necessidades especiais;

16 -valer-se das funções para lograr proveito pessoal ou de outrem, em
detrimento da dignidade pública;

17 -atuar, como procurador ou intermediário, junto à empresa, salvo quando se
tratar de benefícios previdenciários ou assistenciais de parentes até o segundo
grau e de companheiro;

18 -receber propina, comissão, presente ou vantagem de qualquer espécie, em
razão de suas atribuições;

19 -praticar usura sob qualquer de suas formas;

20 -atuar de forma desidiosa;

21-Utilizar, para fins estranhos às suas atividades profissionais, os
equipamentos, pessoas, meios de comunicação e instalações colocados à sua
disposição pela CAESB;

22 -atribuir a outro empregado atribuições estranhas à função que ocupa,
exceto em situações de emergência e transitórias;

23 -exercer quaisquer atividades que sejam incompatíveis com o exercício das
suas atribuições e com o horário de trabalho;

24 -usar de artifício para procrastinar ou dificultar o exercício regular de direito
por qualquer pessoa, causando-lhe danos morais ou materiais;


  
21

25 -recusar-se a utilizar os avanços técnicos e científicos ao seu alcance ou do
seu conhecimento;

26 -permitir que perseguições, simpatias, antipatias, caprichos, paixões ou
interesses de ordem pessoal interfiram no trato com o público, com os clientes
ou colegas hierarquicamente superiores ou inferiores;

27 -extraviar, alterar ou deturpar documentos ou processos que estejam ou não
sob sua responsabilidade;

28 -iludir ou tentar iludir qualquer pessoa que necessite do atendimento dos
serviços da empresa;

29 -recusar-se a atualizar seus dados cadastrais na empresa quando solicitado;

30 -recusar-se a fazer exames médicos nos períodos determinados pela
empresa;

31 -compactuar com irregularidades, não tomando as providências pertinentes
quando da identificação do fato;

32 -prejudicar, deliberadamente, a reputação de outros empregados, cidadãos,
entidades e empresas;

33 -navegar em páginas que contenham material pornográfico ou utilizar e-mail
da empresa para circular interna e externamente esse material;

34 – agredir física ou moralmente qualquer colaborador, bem como ameaçar,
intimidar, assediar, furtar ou roubar;

35 -comercializar produtos e informações de propriedade intelectual da empresa. A propriedade intelectual inclui códigos, fontes de programas, executáveis, projetos, diretivas, atas de reuniões, formatos de documentos e quaisquer outros trabalhos desenvolvidos internamente ou fora da empresa por colaborador e com recurso da CAESB;

36 -revelar informações confidenciais fora da organização sob qualquer circunstância, exceção feita a algum caso de exigência legal;

37 – instalar software nos computadores sem a permissão da área de
tecnologia.

OpenLayers

Postado em Sem categoria em 22 de maio de 2013 por editor master

Summary

Home Page: http://openlayers.org/
Mailing Lists: Users, Dev

Description

OpenLayers makes it easy to put a dynamic map in any web page. It can display map tiles and markers loaded from any source. OpenLayers is completely free, Open Source JavaScript, released under the BSD License.

OpenLayers is a pure JavaScript library for displaying map data in most modern web browsers, with no server-side dependencies. OpenLayers implements a (still-developing) JavaScript API for building rich web-based geographic applications, similar to the Google Maps and MSN Virtual Earth APIs, with one important difference — OpenLayers is Free Software, developed for and by the Open Source software community.

Furthermore, OpenLayers implements industry-standard methods for geographic data access, such as the OpenGIS Consortium’s Web Mapping Service (WMS) and Web Feature Service (WFS) protocols. Under the hood, OpenLayers is written in object-oriented JavaScript, using components from Prototype.js and the Rico library. The OpenLayers code base already has hundreds of unit tests, via the Test.AnotherWay framework.

As a framework, OpenLayers is intended to separate map tools from map data so that all the tools can operate on all the data sources. This separation breaks the proprietary silos that earlier GIS revolutions have taught civilization to avoid. The mapping revolution on the public Web should benefit from the experience of history.

Features

  • Support for a variety of data sources
  • Support for displaying geographic features, with markers and popups
  • Easy build configuration, designed to help build OpenLayers into other applications
  • Javascript API to allow full control over OpenLayers-powered map from within Javascript on a web page.

Data Sources

  • WMS
  • ka-Map
  • TMS
  • WorldWind
  • WFS
  • GeoRSS
  • Google, Yahoo, Microsoft, MultiMap

CAT

Postado em Sem categoria em 22 de maio de 2013 por editor master

1. O QUE É CAT?  
A CAT é uma Comunicação de Acidente de trabalho ao INSS, que deve ser emitida nos casos de acidente de trabalho, incluindo os de trajeto, doença profissional e a doença do trabalho. Sua emissão é importante não só para o tratamento de saúde, mas também para que o trabalhador possa receber os benefícios acidentários, bem como ser readaptado em outra função.


2. QUANDO EMITIR A CAT?  

A CAT deve ser emitida até o primeiro dia útil da ocorrência do acidente de Trabalho e, em caso de morte, de imediato à autoridade competente.

No caso da doença profissional ou do trabalho, a CAT deve ser emitida na data do início da incapacidade laborativa para o exercício da atividade habitual, ou o dia da segregação compulsória, ou o dia em que foi realizado o diagnóstico, valendo o que ocorrer primeiro.

3. QUEM DEVE EMITIR A CAT?  

A lei 8213/91 afirma que a CAT deve ser emitida pelo empregador, mas pode também ser emitida pelo médico que atendeu o trabalhador, o sindicato que o representa, qualquer autoridade pública e o próprio bancário.

A CAT é emitida em seis vias, sendo que uma delas deve ser entregue ao próprio trabalhador e outra encaminhada ao sindicato.

CAT com afastamento – Caso seja necessário o afastamento por período superior a 15 dias, o empregado deverá apresentar-se ao INSS com a CAT preenchida, para agendar perícia médica ou procurar o convênio com o INSS (em caso de bancos públicos).

CAT sem afastamento – Mesmo não existindo necessidade de afastamento do trabalho a CAT deve ser emitida pelo banco e registrada no INSS.

EPANET

Postado em Sem categoria em 21 de maio de 2013 por editor master

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EPANET
EPANET.gif
Original author(s) Lewis A. Rossman
Developer(s) United States Environmental Protection Agency (USEPA, Cincinnati, Ohio)
Stable release 2.0.12 / Feb 14, 2008
Development status Active
Written in C Programming Language(engine) / Object Pascal(User Interface)
Operating system Windows
Available in English
Type Engineering Simulation
License None(Public domain)
Website www.epa.gov/nrmrl/wswrd/dw/epanet.html

EPANET is a public-domain, water distribution system modeling software package developed by the United States Environmental Protection Agency‘s (EPA) Water Supply and Water Resources Division. It performs extended-period simulation of hydraulic and water-quality behavior within pressurized pipe networks and is designed to be “a research tool that improves our understanding of the movement and fate of drinking-water constituents within distribution systems”.[1] EPANET first appeared in 1993.[2]

EPANET 2 is available both as a standalone program and as an open-source toolkit (Application Programming Interface in C). Its computational engine is used by many software companies that developed more powerful, proprietary packages, often GIS-centric. The EPANET “.inp” input file format,[3] which represents network topology, water consumption, and control rules, is supported by many free and commercial modeling packages. Therefore, it is arguably considered as the industry standard.

Contents

[hide]

Features [edit]

EPANET provides an integrated environment for editing network input data, running hydraulic and water quality simulations, and viewing the results in a variety of formats. EPANET provides a fully equipped and extended period of hydraulic analysis that can handle systems of any size. The package also supports the simulation of spatially and temporally varying water demand, constant or variable speed pumps, and the minor head losses for bends and fitting. The modeling provides information such as flows in pipes, pressures at junctions, propagation of a contaminant, chlorine concentration, water age, and even alternative scenario analysis. This helps to compute pumping energy and cost and then model various types of valves, including shutoffs, check pressure regulating and flow control.

EPANET’s water quality modeling functionality allows users to analyze the movement of a reactive or non-reactive tracer material which spreads through the network over time. It rates the reactive material as is grows, tracks the percentage of flow from the given nodes. The package employs the global reaction rate coefficient which can be modified on a pipe-by-pipe basis. The storage tanks can be modeled as complete mix, plug flow or two-compartment reactors.

The visual network editor of EPANET simplifies the process of building piping network models and editing their properties. These various types of data reporting visualization tools are used to assist to analyze the networks, which include the graphics views, tabular views, and special reports.

Hydraulic simulation [edit]

Headloss in pipe segments [edit]

EPANET hydraulics engine computes headlosses along the pipes by using one of the three formulas:

Since the pipe segment headloss equation is used within the network solver, the formula above is selected for the entire model.

Head-flow Curves of Pumps [edit]

Within EPANET, pumps are modeled using a head-flow curve, which defines the relationship between hydraulic head imparted to the system by the pump and flow conveyed by the pump. The model calculates the flow conveyed by the pump element for a given system head condition based on this curve. EPANET can also model a pump as a constant power input, effectively adding a given amount of energy to the system downstream of the pump element.[3]

Network solver [edit]

The network hydraulics solver employed by EPANET uses the “Gradient Method” first proposed by Todini and Pilati,[4] which is a variant of Newton-Raphson method.

Water-quality simulation [edit]

EPANET includes the capability to model water age and predict flow of non-reactive and, under simplified conditions, reactive materials.[3] This capability is frequently used to predict chlorine residuals within water distribution systems. While the internal water quality simulation capabilities only evaluates decay or growth of a single constituent, an extension is available (EPANET-MSX), which allows modeling of interactions between constituents.

EPANET Toolkit [edit]

EPANET’s computational engine is available for download as a separate dynamic link library for incorporation into other applications.[5] The source code for EPANET 2 is available on the EPA’s EPANET website.[6]

Compatibility [edit]

EPANET uses a binary file format, but also includes the capability for importing and exporting data in dxf, metafile, and ASCII file formats. EPANET’s ASCII file format is called an input file within EPANET, and uses a file extension “.inp”.[3] The input file can include data describing network topology, water consumption, and control rules, and is supported by many free and commercial modeling packages.

While EPANET is used as the computational engine for most water distribution system models, most models are developed and maintained in hydraulic modeling packages based on EPANET’s computational engine. Some of the major hydraulic modeling packages are:

  • H2OMap, H2ONet, and InfoWater, developed by Innovyze (formerly MWH Soft, a subsidiary of MWH)
  • MIKE URBAN, developed by DHI
  • WaterCAD, WaterGEMS, HAMMER and SewerCAD developed by Bentley‘s Haestad Methods (Hydraulics & Hydrology) group.
  • WatDis, developed by Transparent Blue

Most of these applications allow for multiple demand conditions, planning scenarios, and various methods of integrating with other data sources an agency may already have in place not supported in EPANET, such as GIS, and support additional types of analyses not found in EPANET.

See also [edit]

References [edit]

  1. ^ Rossman, L. A., “Computer Models/EPANET” in L. Mays, ed., Water Distribution Systems Handbook, Chapter 12, McGraw-Hill companies, Inc., New York, NY, 1999.
  2. ^ Rossman, L. A., “the EPANET Water Quality Model” in B. Coulbeck, ed., Integrated Computer Applications in Water Supply, Vol. 2, Research Studies Press Ltd., Somerset, England, 1993.
  3. ^ a b c d Rossman, L. A., “EPANET 2 Users Manual”, 2000
  4. ^ Todini, E. & Pilati, S. 1987. “A gradient method for the analysis of pipe networks”. International Conference on Computer Applications for Water Supply and Distribution, Leicester Polytechnic, UK, September 8–10.
  5. ^ United States Environmental Protection Agency “Programmer’s Toolkit”, United States Environmental Protection Agency, Updated 5 January 2012. Retrieved on 21 January 2012.
  6. ^ http://www.epa.gov/nrmrl/wswrd/dw/epanet.html#downloads

External links [edit]

Some modeling software built on this package include:

Epanet

Postado em Sem categoria em 21 de maio de 2013 por editor master

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
EPANET

Interface do EPANET.

Desenvolvedor Lewis Rossman
Lançado em janeiro de 2003
Versão estável 2.00.12 (5 de março de 2008; há 271 semanas e 6 dias)
Escrito em C (toolkit), Object Pascal (GUI)
Sistema Operacional Multi-plataforma (toolkit), Windows (GUI)
Gênero(s) Biblioteca de modelagem computacional
Licença Domínio público
Página oficial EPANET (Inglês)
Portal das Tecnologias de informação

EPANET é um programa de computador licenciado como domínio público para simulação de sistemas de distribuição de água. O software contém dois módulos integrados, que calculam a solução para o sistema hidráulico de redes pressurizadas e permitem rastrear constituintes reativos e não reativos dentro do sistema. A primeira versão do programa surgiu em 1993.

EPANET2 é a versão atual do programa, disponível tanto como um software completo quanto como um kit de ferramentas para desenvolvedores de código aberto (em C) e domínio público. A disponibilidade do toolkit fez com que o sistema se tornasse o núcleo de diversos softwares comerciais, com recursos não presentes na versão original e frequentemente focados na tecnologia GIS. O formato de entrada do EPANET, um arquivo de texto separado por tabulações de formato “.inp”, representa a topografia, consumo, controles e outros aspectos de uma rede de distribuição de água. Sua adoção por diversos outros softwares gratuitos ou comerciais tem tornado o formato um padrão de industria.

O EPANET foi desenvolvido pela Agência Norte-Americana de Proteção Ambiental (EPA – Environment Protection Agency).

Traduções para português [editar]

O EPANET possui versões em português, criadas e disponibilizadas gratuitamente por universidades brasileiras e portuguesas em código fechado.

A versão em português de Portugal, desenvolvida pelo Laboratório Nacional de Engenharia Civil, é uma tradução da versão 2.00.09, enquanto a brasileira, desenvolvida pelo Laboratório de Eficiência Energética e Hidráulica em Saneamento da UFPB (LENHS UFPB) corresponde à versão 2.00.12, mais atual disponibilizada pela EPA.

Extensões [editar]

LENHSNET é um módulo de programação, acoplado à versão brasileira do EPANET, que permite o dimensionamento hidráulico de uma rede de abastecimento de água, considerando o menor custo de investimento.

O WaterNetGen é uma extensão em inglês do EPANET para gerar modelos sintéticos, dimensionar condutas, avaliar desempenho e efectuar simulações dirigidas por pressão demanda e pressão.

Ligações externas [editar]

Companhia lança sistema geo de saneamento com softwares livres

Postado em Sem categoria em 21 de maio de 2013 por editor master

A Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb), implantou um projeto de geotecnologia com software livre que lhe permitiu integrar dados dos processos operacionais e de apoio a operação com ferramentas de tomada de decisão, utilizando modelos de simulação e geração de cenários. Inicialmente não houve investimento, apenas o empenho da equipe interna em desenvolver pesquisas em softwares livres de  geoprocessamento.

A empresa foi uma das pioneiras do país na informatização do cadastro técnico de redes de água e esgoto, quando converteu toda a sua base de plantas em papel para o meio digital em 1998. A experiência em consultar os desenhos pela rede corporativa provocou grandes mudanças na forma de atuação das áreas técnicas da empresa à época.

Em 2008, a Caesb criou a superintendência de suporte a expansão e operação que intensificou esforços para ter um banco de cadastros que interligasse dados técnicos, comerciais e de manutenção com o objetivo de obter uma informação unificada que subsidiasse tomadas de decisão mais precisas no menor espaço de tempo possível.
Embora já tivesse disparado processo licitatório para a contratação de empresa especializada em desenvolvimento da solução, a equipe técnica da gerência de geoprocessamento, iniciou estudos para migrar os dados do CAD para Banco de dados geográfico PostGreSQL/PostGis.

O resultado positivo dos testes iniciais encorajou o avanço e após realizada a migração dos dados do cadastro em CAD para banco de dados geográfico, iniciou-se o refinamento, correção e complementação destes dados, além de facilitar o acesso às informações do cadastro por áreas não técnicas. A idéia inicial era entender e  disseminar a cultura dos conceitos GIS na companhia.

Solução

A solução adotada baseia-se unicamente em softwares disponibilizados gratuitamente e caracterizados como projetos de código aberto (Open Source em inglês).
As tecnologias livres utilizadas para armazenamento de dados geográficos (PostGreSQL/PostGis), edição(QGIS) E publicação Web (QgisServer), o modelo de dados estruturado para o setor de saneamento e as ferramentas de simulação (Epanet e SWMM) para apoio à gestão da operação, demonstram que é possível desenvolver esse tipo de solução sem investimentos vultuosos.

Um ponto relevante para o sucesso do trabalho foi a gestão do conhecimento, onde se estimulou e facilitou a troca, uso e a criação de conhecimento em GIS em toda a empresa, de tal forma que toda experiência foi externalizada em procedimentos e manuais que pode ser acessada pelos colaboradores e aplicada em suas atividades a fim de elevar a produtividade da companhia. O envolvimento de diversas áreas foi crucial para o desenho da solução, bem como a capacitação de mais de 300 usuários.

Resultados

Os resultados práticos já podem ser visualizados no cadastro de redes de água e esgoto de todo o DF e Águas Lindas, totalizando 14.065 Km de redes e 162.000 componentes.
Com a solução GIS em software livre o acesso ao cadastro pode ser tanto via intranet como via internet. A complementação de dados ao cadastro migrado do CAD tais como inserção da data de implantação das redes, possibilita a criação de mapas temáticos que permitem planejar manutenções preventivas, melhoria na operação e a simulação hidráulica, o que torna possível análises históricas complexas para projetos e estudos de perdas.

Aderente a esta nova filosofia, foi estabelecida parceria com a diretoria comercial para aproveitar a leitura georreferenciada de hidrômetros e criar o urbanismo Caesb no banco de dados geográfico, estabelecendo assim, maior precisão na localização geográfica dos clientes. Tal iniciativa já permite análises sobre o consumo versos produção em áreas específicas, além de permitir a integração dos dados do sistema de comercial com o banco de dados GIS.

Outro resultado prático foi a geração de relatórios com cruzamento de informações técnicas para atender as exigências da agência reguladora de Águas do DF -  ADASA na gestão dos ativos.

Neste contexto, foram criados diversos mapas temáticos que estão disponíveis na intranet com informações sobre: Empreendimentos; Unidades Operacionais; Bacias de esgotamento; hidrografia; protuário de projetos; Áreas de Preservação e Conservação Ambiental; Áreas de Atendimento de Esgotamento Sanitário  e Dados Censitários do IBGE aplicados à CAESB.

A conclusão deste trabalho demonstra que mesmo em localidades desprovidas de bases cartográficas, com a disponibilidade de mapas e imagens de satélite publicados na internet, é viável informatizar cadastros, baseados unicamente na estruturação da base de dados e informações corporativas utilizando softwares livres.

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